Nossa jamais imaginaria que um dia eu entraria em uma das mais belas arquiteturas da Grécia Antiga, além dos coliseus existiam os labirintos, eram tão grandes e tão majestosos, porém não era muito fácil de se criar um, aliás, você deveria ser muito esperto. Dédalo, o criador do Labirinto do Minotauro, era incrível e engenhoso um dos deuses gregos que eu mais admirava. Mas então me ocorreu uma duvida e perguntei ao Caio:
- Caio, será que o Minotauro está vivo? Mesmo sabendo que Teseu o matou, não podemos ter a certeza ainda. – ele me olha rapidamente e sorri:
- Bom, eu não sei, mas espero que esteja sim, aliás, não é qualquer um que pode matar um Minotauro. – sabe desde dia do treinamento as palavras de Caio pareciam soar sombrias, era tão estranho.
Caminhamos durante horas, mas acredita que nós não cansamos? Assim durante o tempo que caminhamos ninguém dizia nada, não parecia à mesma coisa de quando chegamos naquele lugar, então me dei conta de que alguém estava faltando, como sempre a Paola, não sabia o porquê dela se perder tanto em seus pensamentos.
Ao anoitecer mesmo não estando cansados, acabamos parando, (sabe o que me pareceu estranho, estando lá por mais de um mês acho que nunca havíamos dormido), então logo procuramos bom lugar para acampar, fazer barracas nunca foi tão fácil como naquele dia, o Caio apenas olhou para o chão e cinco grandes pedaços de pedra se levantaram formando uma casinha. Após o termino de nossa cabana eu fui até um lago que havia próximo de onde estávamos, sentei – me enfrente a ele e senti a doce brisa passar pelo meu corpo, a sensação era ótima. Passou um tempo e estava deitado na grama observando as estrelas e a lua, mas acho que não estava gostando muito de olhar a lua, só de saber que Artemis a Deusa da Lua e da Caça, poderia estar do lado de Cronos me assustava. Ouvi um barulho de galhos quebrando, virei – me de costas perguntando:
- Quem é? – então ninguém responde, alguns minutos se passam e uma voz estranha diz:
- Então você é o Filho do Mar? Nossa como é bonito, comparado ao seu pai, você é um Deus da beleza. – a voz estranha era doce e delicada, mas forte, e eu pergunto:
- Quem é?
- Como assim você não conhece seus parentes? – parentes? Mal sabia quem era, e agora me chamara de parente. – Então vou apresentar-me.
Uma luz forte e pura surge em meio à árvores, e uma mulher loira, alta linda de morrer, com olhos verdes como grama e uma pele branca e sensível aparece e diz:
- Eu sou Afrodite, a Deusa do Amor.
Nossa esses deuses sempre contam quem são eu sabia quem ela era ao menos que ela estivesse me chamando de ignorante. Mas isso não vem ao caso agora, Afrodite fazia juiz ao seu posto como Deusa do Amor, ela era linda e perfeita nenhuma defeito era encontrado nela, e seus penetravam nas pessoas como se estivesse hipnotizando, ela é simplesmente magnífica, depois de reparar nela eu pergunto:
- Por que está aqui Afrodite? – ele me olha serenamente e responde:
- Porque tenho certo interesse em você, Victor. – eu não entendendo o que ela queria dizer pergunto sem pensar:
- Em mim? Isso é muito estranho, geralmente os deuses só querem nos ameaçar e mentir para nós, ao menos que você queira fazer o mesmo não vai ser novidade.
- Eu não tenho interesse expressamente em você, mas sim em seu amor.
- Meu amor, como assim? – ela estava me confundindo demais, cada hora dizia uma coisa diferente, isso estava me irritando
- Ora, sobrinho vai tentar esconder o que sente de uma Deusa? Isso não é um pouco fora de sério? Eu sei muito melhor do que você o que sente pela Paola. O amor de vocês é mágico, existem tantas coisas guardadas para vocês no futuro, tudo o que pode atrapalhar e tudo que pode ajudar, sabem se ela sente algo por você Victor?
- Eu não sei. Eu também não estou gostando tanto dela assim, na verdade nós somos somente amigos nada mais. – ela dá uma risada sarcástica e assustadora respondendo:
- Sobrinho, como é ingênuo, você não pode negar o amor que sente por ela, tem que contar a verdade logo, ou pode perder a oportunidade, eu estou adorando presenciar esse romance, é tão poderoso e misterioso, se torna até uma novela magnífica.
- Você está cuidando da minha vida amorosa? – ela apoia a cabeça na palma de sua mão e diz:
- Ainda tem gente que pergunta por que nós temos apresentações, Victor eu sou a Deusa do Amor, eu sei de tudo que vai acontecer na vida amorosa de uma pessoa, tentar esconder algo de mim é impossível, e agora por que esconde seus sentimentos dela? Vamos me responda quero saber.
- Eu tenho medo de magoa – la, eu mesmo não querendo posso me transformar em uma daqueles meninos idiotas que tem namorada somente para se aparecer, que não sente nada pela menina. Não é isso que quero desejo sentir algo totalmente verdadeiro, quero conquistá-la do jeito mais gostoso possível, não vou forçar ninguém a fazer nada que não queira. – Afrodite estava me olhando com seu olhar reluzente e feliz, quando ela põe a mão em meu rosto e diz:
- Seus sentimentos são verdadeiros eu sei, sabe Victor às vezes nós os deuses temos que ser duros com outros, para que ele aprenda a ter dignidade, vejo que você tem até demais. Eu não vim aqui lhe assustar ou mesmo te matar o que seria muito difícil pelo seu poder, mas sim para ter certeza das condições amorosas que proponho você escondia isso de mim e de todos, mas agora vejo que você é a pessoa certa. Você consegue querido sobrinho é só ter coragem. Acho que já vou indo, eu vejo daqui a uns dias, a e tome cuidado com o Labirinto ele é traiçoeiro e pode enganá-los facilmente, qualquer coisa me chame, eu te ajudarei é só olhar o coração e segui-lo.
Após aquelas palavras Afrodite desaparece, e assim eu termino de abrir meus sentimentos com a Deusa do Amor, nossa, mas como ela é bonita, acho que vou ter sonhos depois de hoje à noite. Logo eu volto a observar o lago e deitar-me na grama, fiquei pensando em tudo que Afrodite havia dito, simplesmente fiquei imaginando se Paola realmente gostava de mim. Eu não sei, mas sempre que a via na escola eu tive vontade de “ficar” com ela, mas agora estou me tornando seu melhor amigo, aquelas palavras ditas dela para Hermes me visaram ver, que posso acabar a magoando sem querer.
Eu realmente não sabia o que fazer, quando ouço outra vez barulhos, mas desta vez quem estava vindo era Paola, ele sorri a mim e diz:
- Me desculpa te atrapalhei? – eu retribuo o sorriso e responde:
- Não eu estava apenas observando o lago, fique aqui comigo, podemos conversar se quiser claro. – assim ela vem andando e senta-se ao meu lado, e pergunta:
- Você realmente sentiu raiva de Hermes quando ele disse aquelas coisas de mim? Sei, eu acredito em você, mas não acreditei que você seria capaz de bater em um Deus por causa disso. – eu olhei para horizonte e comecei a responder:
- Não sei, mas tudo aquilo que você havia dito me fez ver o quão frágil por dentro você é, depois de tudo que havia dito ele começou a zombar de seus sentimentos, foi fora de série. Eu o odiei por exatos 5 minutos, caso eu não conseguisse controlar minha raiva eu acho que o teria matado.
- Obrigado Victor, você é um verdadeiro amigo, queria que soubesse que eu sempre estarei aqui, para o que der e vier.
Após alguns minutos de silêncio eu faço a pergunta mais cretina de toda a minha vida, (essa sim foi a pergunta mais cretina da minha vida), mas com o maior medo do mundo:
- Paola, você acha que algo poderia rolar entre mim e você? – ela me olha com uma cara de quem não entendeu nada e diz:
- Como assim?
- Ah! Sabe se poderíamos ficar juntos, namorar, se conhecer sabe?
- Mas porque você está fazendo essa pergunta?
- É porque eu acho que meus sentimentos estão mudando, eu acho que estou começando a gostar de você de verdade, eu sinto como meu coração batesse mais forte cada vez que te vê, ou que falo com você. – ela olha assustada para mim e não diz nada. – Droga, sou um idiota porque estou dizendo essas coisas, acho que sou muito burro mesmo, esqueça o que eu disse Ok.?
Então saiu andando de volta para onde Caio estava e ele pergunta:
- Onde você estava Paola estava te procurando? – eu olho triste para Caio e respondo:
- Estava sendo um idiota. – Caio me olha com rabo de olho e diz:
- O que tem de errado você ser você mesmo? – então começamos a rir
A noite foi longa parecia que nunca acabaria não dormimos ficamos acordados, e não estávamos cansados no outro dia, será essa a vantagem de ser meio Deus? Bom, eu não sei, mas era super legal.
Logo continuamos nossa caminhada até o Labirinto, e eu não podia me esquecer das palavras de Afrodite “o Labirinto e traiçoeiro e pode enganá-los facilmente”, ela me ajudou e jamais me esquecerei disso ela foi uma boa pessoa ou Deusa, sei lá, apenas sei que ela foi legal.
Depois de várias horas de caminhada, chegamos a uma gruta enorme, onde Caio dizia ser a entrada para o Labirinto, bem que parecia mesmo, era assustadora, mas parecia que Caio nem se importava com isso, as vezes que o via falando sozinho, porém nunca falei nada, pois eu acho que ele deveria falar com os espíritos era assustador, mas ele se divertia as vezes.
Entrando na gruta, ao invés de estar frio estava quente, e cada vez que descíamos ficava mais quente ainda, eu não me incomodava, mas percebia a mudança de temperatura, assim descendo vários metros chegamos a uma parte da gruta onde tudo estava escuro demais para se enxergar, então Paola acendeu sua espada como uma lâmpada e nos deparamos com um buraco enorme onde as rochas mudavam de cor e de tamanho, e nas paredes escrituras do grego antigo, bom eu não sabia porque mais entendia grego antigo e estava escrito “Quem passar daqui, jamais voltara a ver a luz do dia”, e o mais impressionante “Dédalo”. Chegamos enfim ao Labirinto do Minotauro.
Perdido no tempo, totalmente diferente do que era acostumado, Victor, se vê perdido em algum lugar que ele não sabe exatamente onde é, porém ele vai encontrar respostas para todas as suas perguntas, encontrando tudo que é familiar para ele!
terça-feira, 13 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Hermes, Deus Mensageiro e Pilantra.
O que? Como assim, algum Deus podia aparecer para nos atrapalhar? Isso eu não havia entendido, aliás, nos estávamos falando de Cronos, vamos dizer que gostar dos deuses não era muito seu hobby. Então me virei para Hércules e perguntei:
- Como assim algum Deus pode aparecer e tentar nos enganar? – Hércules com um olhar perdido no horizonte diz:
- Alguns deuses ao invés de se oporem contra Cronos, pelo contrário estão a favor, o porquê ninguém sabe, pode ser por ódio a nossos pais, ou até mesmo por leve intuito de que ele dará a eles poder, é engraçado como apesar de terem tanto poder eles quiserem mais, porém a maioria deles são possessivos, então pode ser verdade.
Ótimo, agora além de termos que enfrentar monstros, teremos que ser espertos o suficiente para enganar um Deus, onde eles podem ouvir e sabem de tudo o que ocorre simplesmente fantástico, como disse o Caio “nós temos muita sorte mesmo”. Logo Perseu nos olha e diz:
- Bom acho que está na hora de vocês começarem a trabalhar, aliás, não somos os únicos que temos coisas a fazer.
Começar? Fácil falar, mas por onde devemos começar essa era a pergunta. Então Atlanta responde a minha pergunta como se tivesse ouvido:
- Simples vai falar com Hermes, ele sabe de tudo, é só pergunta que ele responderá um mensageiro dos deuses não é um simples fofoqueiro de varanda, o que ele sabe é realmente verdade, mas tome cuidado não sabemos se ele está do nosso ou do lado de Cronos. Ah! Outra coisa quase esqueço, ele só vai responder se vocês derem algo em troca, ele e essa mania de Mercado Livre. – logo Paola pergunta:
- Como vamos encontra – lo, pelo o que me lembre não é muito fácil encontrar Hermes, ele é um dos deuses mais difíceis de se encontrar, praticamente nunca aparece. – é mesmo, Hermes era um dos únicos deuses que não aparecia, tanto que ninguém sabia como ele realmente se parecia, nas historias era somente um cara com um capacete e sapatos que voavam então Hércules responde:
- Agora vocês também são um pouco deuses, digam que tem uma mensagem que ele aparecera. – troquei olhares com Caio e Paola, porque a idéia parecia ser boa, mas será que daria certo? Bom nunca iria saber caso não tentássemos, porem antes que pudéssemos falar Perseu interrompe dizendo:
- Bom façam isso ao sair daqui, temos outras coisas a fazer, e é melhor que Hermes não fique sabendo.
Sem entender o porquê de Perseu não querer Hermes por perto, estava na hora de dizer tchau, depois de um mês com eles, estávamos ficando até que meio chegados, mas nós tínhamos outras obrigações, dando aquele adeus a eles, fizeram parecer felizes por terem concluído suas devidas tarefas. Saindo rapidamente de perto do coliseu de Hércules fizemos o que eles nos haviam dito, paramos e respiramos e então Paola disse:
- Hermes, nós precisamos enviar uma noticia, por favor, apareça.
Logo após as palavras pronunciadas por ela um forte vento começa a surgir entre as árvores, assim uma luz brilhante aparece em meio a floresta, quando então de longe um homem, moreno, não muito alto, acho que do meu tamanho, olhos verdes e cabelos castanhos, vem se aproximando, então com a luz mais fraca ele vai chegando mais perto, quando percebemos em seus pés os tão famosos sapatos voadores, e aquele era Hermes, puxa vida será que todos os deuses tinham que ser perfeitos, isso já estava ficando deprimente. Então o Deus Hermes diz:
- Quem me chama para uma mensagem, eu sou Hermes o Deus Mensageiro dos Deuses. – nossa como se ele fosse o único, a saber, disso. Então Caio diz:
- Nossa, será que todos os Deuses se apresentam assim como ele? – eu não entendi, mas então Paola diz:
- Tomara que os outros sejam menos “gays” também. – aquilo era super engraçado de se ouvir, mas antes que eu pudesse dizer algo, Hermes nos olha e diz:
- Hum, sinto energias poderosas bem conhecidas também, será possível que estejam juntos? Vocês geralmente se odeiam tanto, como podem me chamar para passar uma mensagem? Isso parece fofoca das boas, vamos me digam que mensagens desejam passar, que eu passarei a seu destinatário.
- Ei, o carinha que voa com cor de purpurina, nós não somos quem pensa, aliás, somos bem diferentes e não queremos passar uma mensagem, queremos uma resposta para nossa pergunta, será que pode nos ajudar? – diz Caio sem paciência.
- Como assim não são quem penso? Eu jamais me engano, conheço tudo não existe a possibilidade de erro, isso é impossível.
- Então olhe para frente ao invés de ficar dançando feito um drag-queen, e veja com seus próprios olhos.
Assim que Hermes nos olha se impressiona e diz:
- Santo Zeus! Como é possível, vocês são os Filhos dos Três. – e Paola retruca:
- Sinceramente ele realmente é um Deus, porque ele parece um transformista com toda essa posse de bailarina e essa roupinha fora de moda, e também ele está nos dizendo uma coisa que provavelmente metade da Grécia sabe. – Hermes aparece como uma sombra atrás de Paola e diz:
- Cuidado com sua insolência menina, posso ser bem pior do que imagina. – Paola sorri e diz:
- É mesmo, eu sendo uma filha de um Deus, acho que você deveria ter cuidado com sua língua, posso fazer com você suma de uma vez por todas, somente com um rápido contato. – a cara de Hermes se transformou de sorriso para um medo obsoleto, mesmo assim ele continua:
- Bom me digam logo o que querem, tenho muito trabalho a fazer, não posso ficar perdendo tempo com crianças. – eu não sei por que, mas eu era o único que não falava nada, então para quebrar o gelo eu disse:
- Bom, só queremos saber, quem devemos procurar para encontrar o responsável por tentar reviver Cronos? – com um sorriso ligeiro, e gente desculpa, mas foi super gay, como se ele estivesse dizendo “seu te pego de jeito moleque”, aquilo foi horripilante e assustador, estava me sentindo assediado, e ele diz:
- Não posso responder essa pergunta sem algo em troca. – nós três nos entre olhamos verificamos cada bolso, cada canto de nossas roupas, mas não existia nada para ser trocado, então Paola faz a coisa mais idiota da vida dela:
- Fale para nós o que deseja trocar pela resposta? – naquele eu pensei, “ele vai querer eu ou o Caio”, realizar fantasias com agente, jamais, logo ele responde:
- Me dê algo, quando trocar jamais poderá ter de volta, algo que você nunca tenha dito a ninguém, seu desejo mais secreto, sua tristeza, sua solidão ditas em palavras. – eu olho para Paola e digo:
- Você não precisa fazer isso. – ele me retribui o sorriso, vira – se para Hermes e diz:
- Eu aceito.
Droga o que ela ia fazer? Recitar um poema de Carlos Drumonnd? Ela não podia fazer isso, a coisa mais importante da vida de uma menina, era esconder seus desejos, tristezas e sua solidão, aquilo que ela estava para fazer era errado, mas certeza que ela jamais me ouviria. E ela começa dizendo:
- Bom meu desejo mais secreto, eu sempre quis conhecer um menino sincero, capaz de demonstrar o que realmente senti por mim, me fazer feliz nos momentos tristes, me fazer sorrir antes de chorar, isso foi o que sempre desejei secretamente. Minha maior tristeza é que sendo bonita, meninos só querem ficar para aparecer aos outros, então jamais conheci alguém que realmente goste de mim, pelo que sou, pelas minhas qualidades sentimentais, não físicas. Minha solidão é saber que talvez eu sempre fique sozinha e jamais encontre o garoto do meu gosto, por estar exigindo demais.
Quando Paola terminou de falar, lágrimas corriam de meus olhos, tudo que ela havia falado, entrou em meu coração como um pontada, era uma dor inexplicável, jamais havia pensado que Paola se sentia tão mal por dentro, quando ela ameaçou, chorar eu rapidamente corri até ela, e coloquei sua cabeça em meu ombro, e a deixei chorar, e também para que ela soubesse que eu estava lá, para ajuda – la em todas as circunstancias. Logo Caio disse:
- Bom, está na hora de você responder a pergunta dele. – Hermes sorri e diz:
- Vocês mortais são tão tolos, eu jamais direi a vocês, essa menina foi a mortal mais imbecil que já peguei em toda a minha imortalidade, dizer todas essas baboseiras para nada. – quando eu ouvi aquilo, soltei de Paola e fui chegando cada vez mais perto de Hermes e disse:
- Acha mesmo nossos sentimentos idiotas? Ela disse tudo àquilo que ela deveria esconder e agora você zomba dela, isso é inadmissível. Você não pode ser considerado um Deus, você é apenas uma bicha enrustida de Deus, agora já chega vai responder minha pergunta querendo ou não! – antes que Hermes me percebesse estava com a mão em seu pescoço, quando o lancei contra o chão, fazendo um buraco – Agora você me responder sim ou não? – a raiva estava tomando conta de mim e a terra e os mares começaram a tremer Paola e Caio perceberam, quando eu me lembro por um instante das palavras de Hércules, eu me acalmei, mas não tirei as mãos de Hermes. – Vamos seu Deus Gay, me responda, ou eu vou ser obrigado a matar o mensageiro dos deuses? – com uma cara de medo Hermes responde:
- Sim eu responderei, mas vai ter que me soltar. – eu o reprimi falando:
- Vai ter que jurar perante o Olimpo que vai me responder se eu te soltar.
- Sim eu prometo, perante o Olimpo que responderei sua pergunta.
Eu o soltei e Caio disse:
- Comece. – Hermes olha assustado para nós e diz:
- Precisam encontrar o mensageiro dos Mortos, ele dirá a vocês quem foi a ultima pessoa a passar pelo Tártaro. Lembrem-se a pessoa tem que estar viva. Bom, acho que isso é tudo que eu sei, esses comentários foram passados no Olimpo durante o almoço, pode ser verdade, mas também disseram que um semideus estava envolvido nisso. – Caio pergunta:
- Que semideus? Você por algum acaso o conhece?
- Não, semideuses não são muito interessantes, mas alguns são, principalmente vocês que tem poderes incríveis, fiquei realmente impressionado, com esse menino, ele é filho de quem? – Paola diz:
- Poseidon, por quê?
- Era de se esperar um comportamento tão violento e os tremores no chão. Foi um prazer conhecê-los, espero ver vocês em breve, primos e irmã.
Desaparecendo rapidamente de nossa visão, Hermes vai embora. Assim eu caí sentado ao chão com um cansaço tremendo, e Paola diz:
- Obrigado Victor, você realmente se importa com meus sentimentos. – eu dou um sorriso meio que forçado para ela e digo:
- De nada, odeio pessoas que zombam dos sentimentos das outras, e eu sinto muito por ele forçar você dizer aquilo.
- Não foi nada, acho que agora até me sinto melhor. – e Caio cortando nossa conversa diz:
- Ei vocês dois pombinhos, temos mais o que fazer, temos que procurar esse tal de Mensageiro dos Mortos. – eu digo a Caio:
- Bom você é filho do Deus do Submundo, isso quem deveria verificar era você.
- Ótimo mais um trabalho para mim, esperem um pouco então.
Fechando os olhos Caio se concentra e fica um bom tempo sem falar nada, era como se nem estivesse ali, sua presença era quase imperceptível, mas ele abre os olhos e diz:
- Vamos para o Labirinto do Minotauro, a entrada se encontra depois dele.
- Como assim algum Deus pode aparecer e tentar nos enganar? – Hércules com um olhar perdido no horizonte diz:
- Alguns deuses ao invés de se oporem contra Cronos, pelo contrário estão a favor, o porquê ninguém sabe, pode ser por ódio a nossos pais, ou até mesmo por leve intuito de que ele dará a eles poder, é engraçado como apesar de terem tanto poder eles quiserem mais, porém a maioria deles são possessivos, então pode ser verdade.
Ótimo, agora além de termos que enfrentar monstros, teremos que ser espertos o suficiente para enganar um Deus, onde eles podem ouvir e sabem de tudo o que ocorre simplesmente fantástico, como disse o Caio “nós temos muita sorte mesmo”. Logo Perseu nos olha e diz:
- Bom acho que está na hora de vocês começarem a trabalhar, aliás, não somos os únicos que temos coisas a fazer.
Começar? Fácil falar, mas por onde devemos começar essa era a pergunta. Então Atlanta responde a minha pergunta como se tivesse ouvido:
- Simples vai falar com Hermes, ele sabe de tudo, é só pergunta que ele responderá um mensageiro dos deuses não é um simples fofoqueiro de varanda, o que ele sabe é realmente verdade, mas tome cuidado não sabemos se ele está do nosso ou do lado de Cronos. Ah! Outra coisa quase esqueço, ele só vai responder se vocês derem algo em troca, ele e essa mania de Mercado Livre. – logo Paola pergunta:
- Como vamos encontra – lo, pelo o que me lembre não é muito fácil encontrar Hermes, ele é um dos deuses mais difíceis de se encontrar, praticamente nunca aparece. – é mesmo, Hermes era um dos únicos deuses que não aparecia, tanto que ninguém sabia como ele realmente se parecia, nas historias era somente um cara com um capacete e sapatos que voavam então Hércules responde:
- Agora vocês também são um pouco deuses, digam que tem uma mensagem que ele aparecera. – troquei olhares com Caio e Paola, porque a idéia parecia ser boa, mas será que daria certo? Bom nunca iria saber caso não tentássemos, porem antes que pudéssemos falar Perseu interrompe dizendo:
- Bom façam isso ao sair daqui, temos outras coisas a fazer, e é melhor que Hermes não fique sabendo.
Sem entender o porquê de Perseu não querer Hermes por perto, estava na hora de dizer tchau, depois de um mês com eles, estávamos ficando até que meio chegados, mas nós tínhamos outras obrigações, dando aquele adeus a eles, fizeram parecer felizes por terem concluído suas devidas tarefas. Saindo rapidamente de perto do coliseu de Hércules fizemos o que eles nos haviam dito, paramos e respiramos e então Paola disse:
- Hermes, nós precisamos enviar uma noticia, por favor, apareça.
Logo após as palavras pronunciadas por ela um forte vento começa a surgir entre as árvores, assim uma luz brilhante aparece em meio a floresta, quando então de longe um homem, moreno, não muito alto, acho que do meu tamanho, olhos verdes e cabelos castanhos, vem se aproximando, então com a luz mais fraca ele vai chegando mais perto, quando percebemos em seus pés os tão famosos sapatos voadores, e aquele era Hermes, puxa vida será que todos os deuses tinham que ser perfeitos, isso já estava ficando deprimente. Então o Deus Hermes diz:
- Quem me chama para uma mensagem, eu sou Hermes o Deus Mensageiro dos Deuses. – nossa como se ele fosse o único, a saber, disso. Então Caio diz:
- Nossa, será que todos os Deuses se apresentam assim como ele? – eu não entendi, mas então Paola diz:
- Tomara que os outros sejam menos “gays” também. – aquilo era super engraçado de se ouvir, mas antes que eu pudesse dizer algo, Hermes nos olha e diz:
- Hum, sinto energias poderosas bem conhecidas também, será possível que estejam juntos? Vocês geralmente se odeiam tanto, como podem me chamar para passar uma mensagem? Isso parece fofoca das boas, vamos me digam que mensagens desejam passar, que eu passarei a seu destinatário.
- Ei, o carinha que voa com cor de purpurina, nós não somos quem pensa, aliás, somos bem diferentes e não queremos passar uma mensagem, queremos uma resposta para nossa pergunta, será que pode nos ajudar? – diz Caio sem paciência.
- Como assim não são quem penso? Eu jamais me engano, conheço tudo não existe a possibilidade de erro, isso é impossível.
- Então olhe para frente ao invés de ficar dançando feito um drag-queen, e veja com seus próprios olhos.
Assim que Hermes nos olha se impressiona e diz:
- Santo Zeus! Como é possível, vocês são os Filhos dos Três. – e Paola retruca:
- Sinceramente ele realmente é um Deus, porque ele parece um transformista com toda essa posse de bailarina e essa roupinha fora de moda, e também ele está nos dizendo uma coisa que provavelmente metade da Grécia sabe. – Hermes aparece como uma sombra atrás de Paola e diz:
- Cuidado com sua insolência menina, posso ser bem pior do que imagina. – Paola sorri e diz:
- É mesmo, eu sendo uma filha de um Deus, acho que você deveria ter cuidado com sua língua, posso fazer com você suma de uma vez por todas, somente com um rápido contato. – a cara de Hermes se transformou de sorriso para um medo obsoleto, mesmo assim ele continua:
- Bom me digam logo o que querem, tenho muito trabalho a fazer, não posso ficar perdendo tempo com crianças. – eu não sei por que, mas eu era o único que não falava nada, então para quebrar o gelo eu disse:
- Bom, só queremos saber, quem devemos procurar para encontrar o responsável por tentar reviver Cronos? – com um sorriso ligeiro, e gente desculpa, mas foi super gay, como se ele estivesse dizendo “seu te pego de jeito moleque”, aquilo foi horripilante e assustador, estava me sentindo assediado, e ele diz:
- Não posso responder essa pergunta sem algo em troca. – nós três nos entre olhamos verificamos cada bolso, cada canto de nossas roupas, mas não existia nada para ser trocado, então Paola faz a coisa mais idiota da vida dela:
- Fale para nós o que deseja trocar pela resposta? – naquele eu pensei, “ele vai querer eu ou o Caio”, realizar fantasias com agente, jamais, logo ele responde:
- Me dê algo, quando trocar jamais poderá ter de volta, algo que você nunca tenha dito a ninguém, seu desejo mais secreto, sua tristeza, sua solidão ditas em palavras. – eu olho para Paola e digo:
- Você não precisa fazer isso. – ele me retribui o sorriso, vira – se para Hermes e diz:
- Eu aceito.
Droga o que ela ia fazer? Recitar um poema de Carlos Drumonnd? Ela não podia fazer isso, a coisa mais importante da vida de uma menina, era esconder seus desejos, tristezas e sua solidão, aquilo que ela estava para fazer era errado, mas certeza que ela jamais me ouviria. E ela começa dizendo:
- Bom meu desejo mais secreto, eu sempre quis conhecer um menino sincero, capaz de demonstrar o que realmente senti por mim, me fazer feliz nos momentos tristes, me fazer sorrir antes de chorar, isso foi o que sempre desejei secretamente. Minha maior tristeza é que sendo bonita, meninos só querem ficar para aparecer aos outros, então jamais conheci alguém que realmente goste de mim, pelo que sou, pelas minhas qualidades sentimentais, não físicas. Minha solidão é saber que talvez eu sempre fique sozinha e jamais encontre o garoto do meu gosto, por estar exigindo demais.
Quando Paola terminou de falar, lágrimas corriam de meus olhos, tudo que ela havia falado, entrou em meu coração como um pontada, era uma dor inexplicável, jamais havia pensado que Paola se sentia tão mal por dentro, quando ela ameaçou, chorar eu rapidamente corri até ela, e coloquei sua cabeça em meu ombro, e a deixei chorar, e também para que ela soubesse que eu estava lá, para ajuda – la em todas as circunstancias. Logo Caio disse:
- Bom, está na hora de você responder a pergunta dele. – Hermes sorri e diz:
- Vocês mortais são tão tolos, eu jamais direi a vocês, essa menina foi a mortal mais imbecil que já peguei em toda a minha imortalidade, dizer todas essas baboseiras para nada. – quando eu ouvi aquilo, soltei de Paola e fui chegando cada vez mais perto de Hermes e disse:
- Acha mesmo nossos sentimentos idiotas? Ela disse tudo àquilo que ela deveria esconder e agora você zomba dela, isso é inadmissível. Você não pode ser considerado um Deus, você é apenas uma bicha enrustida de Deus, agora já chega vai responder minha pergunta querendo ou não! – antes que Hermes me percebesse estava com a mão em seu pescoço, quando o lancei contra o chão, fazendo um buraco – Agora você me responder sim ou não? – a raiva estava tomando conta de mim e a terra e os mares começaram a tremer Paola e Caio perceberam, quando eu me lembro por um instante das palavras de Hércules, eu me acalmei, mas não tirei as mãos de Hermes. – Vamos seu Deus Gay, me responda, ou eu vou ser obrigado a matar o mensageiro dos deuses? – com uma cara de medo Hermes responde:
- Sim eu responderei, mas vai ter que me soltar. – eu o reprimi falando:
- Vai ter que jurar perante o Olimpo que vai me responder se eu te soltar.
- Sim eu prometo, perante o Olimpo que responderei sua pergunta.
Eu o soltei e Caio disse:
- Comece. – Hermes olha assustado para nós e diz:
- Precisam encontrar o mensageiro dos Mortos, ele dirá a vocês quem foi a ultima pessoa a passar pelo Tártaro. Lembrem-se a pessoa tem que estar viva. Bom, acho que isso é tudo que eu sei, esses comentários foram passados no Olimpo durante o almoço, pode ser verdade, mas também disseram que um semideus estava envolvido nisso. – Caio pergunta:
- Que semideus? Você por algum acaso o conhece?
- Não, semideuses não são muito interessantes, mas alguns são, principalmente vocês que tem poderes incríveis, fiquei realmente impressionado, com esse menino, ele é filho de quem? – Paola diz:
- Poseidon, por quê?
- Era de se esperar um comportamento tão violento e os tremores no chão. Foi um prazer conhecê-los, espero ver vocês em breve, primos e irmã.
Desaparecendo rapidamente de nossa visão, Hermes vai embora. Assim eu caí sentado ao chão com um cansaço tremendo, e Paola diz:
- Obrigado Victor, você realmente se importa com meus sentimentos. – eu dou um sorriso meio que forçado para ela e digo:
- De nada, odeio pessoas que zombam dos sentimentos das outras, e eu sinto muito por ele forçar você dizer aquilo.
- Não foi nada, acho que agora até me sinto melhor. – e Caio cortando nossa conversa diz:
- Ei vocês dois pombinhos, temos mais o que fazer, temos que procurar esse tal de Mensageiro dos Mortos. – eu digo a Caio:
- Bom você é filho do Deus do Submundo, isso quem deveria verificar era você.
- Ótimo mais um trabalho para mim, esperem um pouco então.
Fechando os olhos Caio se concentra e fica um bom tempo sem falar nada, era como se nem estivesse ali, sua presença era quase imperceptível, mas ele abre os olhos e diz:
- Vamos para o Labirinto do Minotauro, a entrada se encontra depois dele.
domingo, 11 de julho de 2010
Derrotamos uma Hydra?
Após um delicioso almoço, volto para onde se encontrava Paola e Caio, eu queria saber dos detalhes de seus treinos, de como haviam se saído com relação a eles, quando fui chegando mais próximo percebi que eles não haviam mudado um pouco, mas sim muito. Paola além dos cabelos loiros tinha uma aparência feminina mais velha, como a de uma mulher, sorriso e peles brilhantes, ela estava totalmente mais bonita, era incrível como seu olhar penetrante me dava um choque tremendo. Caio também aparentava mais velho, com seus cabelos agora lisos e pretos, até parecia um ator de filmes, e seus olhos eram de cor vermelhas intensas como sangue, era inacreditável como eles haviam mudado, até pareciam outras pessoas, então pensei “Será que eu também mudei?”, antes que pudesse saber se eu havia mesmo mudado, Caio quebra o silêncio falando:
- É você realmente mudou, parece até mais velho e porque agora as cores de seus olhos são azuis? – a voz dele também havia mudado, era mais grossa imponente e forte, mas eu logo disse:
- Como assim azuis? Eles continuam da mesma cor, simplesmente é impossível a cor dos olhos mudarem nesta idade. – antes que pudesse concluir minha frase Paola diz:
- É mesmo olhe por si mesmo, também ficamos assim quando nos vimos no espelho, mas logo nos acostumamos, acho que você até ficou bonito. – o quê? A Paola acabou de me falar que estava bonito, aquilo foi simplesmente tão emocionante, eu sorri e logo me olhei no espelho quando me surpreendi, eu realmente havia mudado, um pouco mais alto, os olhos azuis, os cabelos super oleosos e lisos, acho que também parecia mais “forte”, até alguns músculos definidos eu havia conquistado, sorri, mas não digo a vocês que havia ficado super feliz, já que gostaria de saber o porque dessa mudança radical, então virei – me para Hércules e perguntei:
- Qual a causa dessa mudança absolutamente gigantesca? – ele nos com um olhar penetrante e responde:
- O poder de todos vocês agora está em seus corpos, a mudança é a causa dos grandes poderes que agora tem, mas acho que vocês não mudaram muito, ao menos que queiram ficar do nosso tamanho.
Logo sorri de lado para ele, pois seria realmente estranho você voltar a escola com 3 metros de altura, é isso seria muito assustador. Então Atlanta se levanta e diz:
- Bom acho que está na hora de vocês mostrarem o poder de vocês, temos uma coisa especial para isso, considere a destruição desse monstro um diploma a vocês. – então Caio diz:
- Ótimo, agora essa mulher gigante quer nos matar, que legal não sabia que tínhamos tanta sorte assim.
Atlanta nos dá um pequeno sorri, faz um sinal com mão pedindo que a seguimos, caminhando a um bom tempo chegamos a um jardim, super verde, muito calmo e com uma estranha caverna na montanha a frente, parecia ser um ótimo lugar para se ler um livro, mas logo mudei de idéia quando aquilo saiu de dentro da caverna, eu não acreditei no que estava vendo, era uma Hydra, um dragão com cabeça de serpente muito temido na Mitologia, mas Hércules o havia prendido na Prisão do meu pai, não estava entendo o porque dela estar ali, então Perseu diz:
- Esse é apenas um filhote, vamos dizer que a verdadeira teria mais ou menos 10 metros de altura.
Nossa ele não fazia idéia do quando havia nos ajudado, sabendo que aquilo era um filhote eu nem queria ver a mãe dele, quando a Hydra nos vê parados olhando para ela, não espera momento nenhum, começa a soprar fogo em nós, mas antes que fogo chegasse até nós Caio para o jato com a mão ao ar, e diz:
- Bom, acho que isso é um filhote mesmo, eu nem tive tanto trabalho em parar isso.
Eu olhei assustado para Caio, quando a Hydra para com fogo, e dá uma bela chicoteada com seu rabo, logo eu o vejo voando e caindo ao chão, numa distância incrível, mas mesmo assim ele não se abalou, pelo contrario ele levantou como se nada o tivesse atingido e ri dizendo:
- Você poderia ser bem melhor.
Eu estava prestando a atenção em Caio, quando ela tentou dar a chicoteada em e mim Paola grita:
- VICTOR, você... – antes que ela terminasse a frase, eu não sei como, mas fui incrível, eu estava segurando a cauda dela como se nada tivesse me atingido, então gritei:
- Vocês estão prontos? – entendentendo rapidamente o que tinha em mente, seguro com mais força a Hydra, levantando ela do chão, então Caio com um simples olhar para o abre uma fenda gigante, eu a jogo dentro da fenda, assim que ela cai um barulho gigante causado pelo eco sai de dentro, e Paola levanta sua espada e diz:
- Raio.
Uma luz brilhante desce numa velocidade incrível no buraco e antes que explodisse, Caio olha novamente para a fenda assim a fechando, e então o barulho da explosão se ouve, tudo treme e nós, nos entre olhamos e sorrimos. Meu aquilo foi sensacional, eu havia segurado um golpe, e a levantado do chão, como se fosse uma pequena pedra, enquanto Caio segurava suas chamas e a jogara em uma imensa e profunda venda, e Paola a transformasse em um churrasco com seus raios. Então digo:
- Não acredito que fizemos isso? – então Perseu, Atlanta e Hércules vão chegando e Perseu diz:
- Parabéns, vocês são realmente incríveis, merecem nossos elogios.
- Incrível como bolaram um plano tão astuto somente com uma troca de olhares, simplesmente magnânimo. – diz Atlanta
- É vocês são realmente bons, merecem serem filhos deles. Mas a Hydra não foi nada comparado ao que vão enfrentar, até mesmo alguns deuses, podem aparecer para atrapalhar vocês, então sejam mais espertos do que isso, aliás, é muito difícil enganar um Deus, certo?
- É você realmente mudou, parece até mais velho e porque agora as cores de seus olhos são azuis? – a voz dele também havia mudado, era mais grossa imponente e forte, mas eu logo disse:
- Como assim azuis? Eles continuam da mesma cor, simplesmente é impossível a cor dos olhos mudarem nesta idade. – antes que pudesse concluir minha frase Paola diz:
- É mesmo olhe por si mesmo, também ficamos assim quando nos vimos no espelho, mas logo nos acostumamos, acho que você até ficou bonito. – o quê? A Paola acabou de me falar que estava bonito, aquilo foi simplesmente tão emocionante, eu sorri e logo me olhei no espelho quando me surpreendi, eu realmente havia mudado, um pouco mais alto, os olhos azuis, os cabelos super oleosos e lisos, acho que também parecia mais “forte”, até alguns músculos definidos eu havia conquistado, sorri, mas não digo a vocês que havia ficado super feliz, já que gostaria de saber o porque dessa mudança radical, então virei – me para Hércules e perguntei:
- Qual a causa dessa mudança absolutamente gigantesca? – ele nos com um olhar penetrante e responde:
- O poder de todos vocês agora está em seus corpos, a mudança é a causa dos grandes poderes que agora tem, mas acho que vocês não mudaram muito, ao menos que queiram ficar do nosso tamanho.
Logo sorri de lado para ele, pois seria realmente estranho você voltar a escola com 3 metros de altura, é isso seria muito assustador. Então Atlanta se levanta e diz:
- Bom acho que está na hora de vocês mostrarem o poder de vocês, temos uma coisa especial para isso, considere a destruição desse monstro um diploma a vocês. – então Caio diz:
- Ótimo, agora essa mulher gigante quer nos matar, que legal não sabia que tínhamos tanta sorte assim.
Atlanta nos dá um pequeno sorri, faz um sinal com mão pedindo que a seguimos, caminhando a um bom tempo chegamos a um jardim, super verde, muito calmo e com uma estranha caverna na montanha a frente, parecia ser um ótimo lugar para se ler um livro, mas logo mudei de idéia quando aquilo saiu de dentro da caverna, eu não acreditei no que estava vendo, era uma Hydra, um dragão com cabeça de serpente muito temido na Mitologia, mas Hércules o havia prendido na Prisão do meu pai, não estava entendo o porque dela estar ali, então Perseu diz:
- Esse é apenas um filhote, vamos dizer que a verdadeira teria mais ou menos 10 metros de altura.
Nossa ele não fazia idéia do quando havia nos ajudado, sabendo que aquilo era um filhote eu nem queria ver a mãe dele, quando a Hydra nos vê parados olhando para ela, não espera momento nenhum, começa a soprar fogo em nós, mas antes que fogo chegasse até nós Caio para o jato com a mão ao ar, e diz:
- Bom, acho que isso é um filhote mesmo, eu nem tive tanto trabalho em parar isso.
Eu olhei assustado para Caio, quando a Hydra para com fogo, e dá uma bela chicoteada com seu rabo, logo eu o vejo voando e caindo ao chão, numa distância incrível, mas mesmo assim ele não se abalou, pelo contrario ele levantou como se nada o tivesse atingido e ri dizendo:
- Você poderia ser bem melhor.
Eu estava prestando a atenção em Caio, quando ela tentou dar a chicoteada em e mim Paola grita:
- VICTOR, você... – antes que ela terminasse a frase, eu não sei como, mas fui incrível, eu estava segurando a cauda dela como se nada tivesse me atingido, então gritei:
- Vocês estão prontos? – entendentendo rapidamente o que tinha em mente, seguro com mais força a Hydra, levantando ela do chão, então Caio com um simples olhar para o abre uma fenda gigante, eu a jogo dentro da fenda, assim que ela cai um barulho gigante causado pelo eco sai de dentro, e Paola levanta sua espada e diz:
- Raio.
Uma luz brilhante desce numa velocidade incrível no buraco e antes que explodisse, Caio olha novamente para a fenda assim a fechando, e então o barulho da explosão se ouve, tudo treme e nós, nos entre olhamos e sorrimos. Meu aquilo foi sensacional, eu havia segurado um golpe, e a levantado do chão, como se fosse uma pequena pedra, enquanto Caio segurava suas chamas e a jogara em uma imensa e profunda venda, e Paola a transformasse em um churrasco com seus raios. Então digo:
- Não acredito que fizemos isso? – então Perseu, Atlanta e Hércules vão chegando e Perseu diz:
- Parabéns, vocês são realmente incríveis, merecem nossos elogios.
- Incrível como bolaram um plano tão astuto somente com uma troca de olhares, simplesmente magnânimo. – diz Atlanta
- É vocês são realmente bons, merecem serem filhos deles. Mas a Hydra não foi nada comparado ao que vão enfrentar, até mesmo alguns deuses, podem aparecer para atrapalhar vocês, então sejam mais espertos do que isso, aliás, é muito difícil enganar um Deus, certo?
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Treinamento.
Nossa, eu não estava acreditando naquilo, eu estava prestes a ser treinado por um dos maiores matadores de monstros da Grécia, que incrível. Eu estava super ansioso, assim como Caio, ele adora brigas mesmo não sendo muito bom nelas. Antes que entrássemos, olhei para trás e vi que Rosi não estava subindo junto a nós e perguntei:
- Você não vem Rosi? – ele me olha e sua expressão e de tristeza, e me responde:
- Não Victor daqui é somente com vocês, eu apenas fiz minha parte como me foi solicitado, eu queria somente agradecer a vocês por me proporcionarem esses poucos instantes tão maravilhosos ao lado de vocês. Obrigado.
Sem que possamos nos despedir ela vai embora sem olhar para trás, ante que fizéssemos algo para chamá-la Hércules nos chama para entrarmos, corremos para entrar, quando ele percebeu que não estávamos bem, ele diz:
- Não se preocupe um dia tornaram a vê-la. – nós não respondemos e então ele diz:
- Eu não sou o único que esta aqui para treiná-los, vou lhes apresentar os outros dois professores.
Como assim outros dois professores, a um tempo atrás nem sabia que Hércules seria nosso professor, agora existem mais dois? Isso está se tornando cada vez mais emocionante. Passando por diversas portas, vamos chegando a um jardim, que mais parecia uma floresta do que um jardim, onde havia uma incrível praia, diversas árvores e um vulcão bem no fim dele. Estávamos os três olhando totalmente alucinados com aquele lugar incrível, e então Hércules tira nossa atenção no chamando e diz:
- Vocês três, esses são os outros dois professores... – antes que ele falasse alguma coisa eu o corto falando:
- Perseu e Atlanta!
Eu fiquei totalmente estático ao ver aqueles dois, eles eram incríveis e Atlanta era linda, (espero que ela seja minha professora), realmente ela era linda, cabelos longos e pretos, olhos castanhos escuros, pele morena como chocolate, era uma linda Miss. Perseu era majestoso, um loiro alto, de olhos azuis e pele branca como a neve, parecia um holandês nato. Sem contar que os dois eram praticamente do mesmo tamanho que Hércules.
Os três nos olham e sorriem, quando Atlanta diz:
- Eles são bem pequenos não acham? – logicamente eles eram lendas Mitológicas, simplesmente perfeitas seus atos eram simplesmente incríveis, tanto Perseu derrotando a Medusa e Atlanta participando da caçada de Caridon (ele era um javali gigante, e super difícil se ser pego), mas então Hércules diz:
- Eles não obtiveram a graça dos Deuses, são apenas donos de grandes poderes, e estamos aqui para ajudá-los, a usar corretamente. – eu ainda estava hipnotizado de ver tantas coisas simplesmente incríveis a minha frente, nem conseguia falar, quando Paola diz:
- Eu não quero sr chata, nem nada, mas acho que estamos perdendo tempo aqui conversando sobre algo que não levara o nada, o que acham de começarmos logo? – Atlanta sorri e diz:
- Eu já escolhi minha aluna, venha Paola, tenho muito que lhe ensinar. – Perseu procura e vê Caio quando diz:
- Ei você a bonitão, está na hora de seu poder aparecer, vamos, temos uma longa caminhada até o vulcão, já que você é filho de Hades, um pouco de calor não vai incomodá-lo, certo? – Caio responde:
- Bom contanto que não apareça nenhum monstro, está tudo, beleza.
Eu olhei para Hércules e disse:
- Acho que sou eu, certo? – Hércules olha para baixo, e vai chegando mais perto e diz:
- Gosta de Água, não é mesmo Filho dos Mares? Então vamos temos muito trabalho a fazer, o tempo é curto, mas será o suficiente para lhe mostrar seu verdadeiro poder.
“Tempo”, porque “tempo”, algo estava errado, eu queria saber porque estávamos ali, mas ninguém, ousou dizer uma só palavra, porque nós os Filhos dos Três estávamos naquele lugar, como uma Quimera perdeu os poderes para um Deus de elemento, porque os outros Heróis Semi-Deuses estavam nos ensinando? Tudo estava tão confuso, pensei em perguntar a Hércules, mas aquele não era o momento certo, assim que meu treinamento estiver concluído eu perguntarei.
Seguindo a caminho da praia, nenhuma palavra é dita, por nenhum dos dois um silêncio um tanto quanto chato de se presenciar, mas aquilo logo ia se acabar. Chegando a praia, o cheiro salgado passa pelo meu nariz, me deixando com uma sensação confortável, como acontecia normalmente quanto chegava perto dos mares, aquilo era incrível parecia o lugar mais seguro e confortável do mundo, mas antes que pudesse admirar melhor o lugar Hércules vira e diz:
- Vamos garotão, esta na hora de entrar na água, tire essas roupas e pule na imensidão azul. – eu olhei para de um jeito estranho, pois ele estava falando aquilo com grande ironia, mas não quis argumentar, então tirei meus shorts e minha camisa e pulei diretamente no Oceano.
Ah! Aquilo era bem melhor que sentir o cheiro da brisa salgada do mar, senti meu corpo se regenerar dentro da água, mas como sempre antes ele corta a minha felicidade dizendo:
- Agora quero que mergulhe e fique embaixo dela o tempo que agüentar, eu estarei aqui te observando contarei o tempo, pronto? – antes que pudesse pensa disse:
- Sim!
- Então vamos, agora!
Mergulhando minha cabeça na água, decide pensar um pouco em tudo do que estava acontecendo, as coisas que havíamos passado durante aquele tempo, conhecemos e estamos sendo treinados por alguns dos heróis mais famosos da Mitologia, aquilo era super inacreditável, mas havia algo que eles estavam escondendo e eu queria saber o que poderia ser, já que estávamos na historia tínhamos o direito de saber o que estava acontecendo. Não percebi o tempo passar, estava tudo calmo e tão gostoso de se ficar, meus pensamentos pareciam não me preocupar ali dentro, mas então não agüentei mais e subi para superfície, tirando toda água de meu rosto, Hércules diz:
- 15 min. É um tempo grande, agora venha para cá, vamos fazer outra coisa. – saindo da água me sentindo super bem, cheguei ao seu lado e ele diz:
- Quero você vire para a água e diga para ela levantar. – olhei com uma cara assustada e perguntei:
- Você só pode estar de brincadeira não é mesmo? Certo que sou filho de Poseidon, mas acha mesmo que posso controlar a água? Você não está bêbado não? – ele sorri senta – se ao chão fazendo – me pular e cair, fora o barulho gigantesco e diz:
- Se você não acreditar no seu potencial, jamais poderá aprender seus verdadeiros poderes, caso ache que não é capaz, vá embora nós não iríamos precisar passar por esse vexame, tudo bem? – nossa naquele momento eu adoraria ver o rosto de Caio e Paola, como eles me faziam uma falta tremenda, mas logo responde:
- Eu acredito e vou fazer, mas Hércules antes de nós continuarmos pode me dizer porque nos trouxeram para este mundo? - Hércules olha para mim com um rosto feliz e responde:
- Bom acho que seria muita injustiça esconder isso de você, mesmo que nosso acordo fosse contar somente após o treino eu vou contar – lhe porque.
Ele respira fundo como se estivesse fazendo algo que poderá se arrepender durante toda sua vida e começa a falar:
- Sabe que seus pais eram filhos de Cronos? E que ele comia seus filhos, mas então sua mulher escondeu os três irmãos até que eles crescerem e terem força para matar Cronos, e toda aquela baboseira de Tártaro e o resto que você já sabe. Então é que os Titãs estão soltos de seus castigos e querem trazer as partes de Cronos o Tártaro para revive – lo. Descobrindo isso os Deuses, tinham que encontrar uma forma de impedir que ocorresse, logo pesquisaram diversas formas para combater o renascimento dele, mas nada foi encontrado, quando então Hermes o mensageiro dos Deuses, lembrou do tal fato de que os Filhos dos Três eram os únicos que poderiam impedir isso, pois vocês não são totalmente deuses, mas também não são totalmente mortais, logo isso os torna mais forte do que nós. – antes que continuasse eu perguntei:
- Como assim nós somos melhores do que vocês? Somos meras crianças do ensino médio, como podemos ser melhores que deuses?
- Vocês têm coração puro e corajoso, nós deuses dependemos de um valor material, pedimos a pessoas que façam um ritual ridículo para que nos sentirmos melhores, e eles acham que faremos o que eles quiserem, mas vocês humanos são diferentes, não dependem exatamente de um valor material, pois ajudam aqueles que necessitam, ou que até mesmo pedem um favor com educação.
- Mas existem os ladrões Hércules, nós na somos totalmente puros, ainda existem as maças podres na cesta.
- Mesmo assim pensam que aquela pessoa pode mudar e melhorar, mas nós só castigamos quem faz errado e não apoiamos quem faz o certo, isso é errado. Mas então continuando, tornando, a saber, dessa historia Zeus contatou Hades e Poseidon para uma reunião particular, cara aquilo foi de assustar, já que faziam mais de séculos que os três não se reuniam, debateram a questão e concordaram, Hades mandou aquele espírito incorporando Paola, pois Zeus permitiu isso a ele, trazendo vocês aqui, e Viviane levanto vocês até Rosi, e ela trazendo vocês até a mim. Assim nós os treinaremos por mais de um mês para aprender as habilidades necessárias, como seus pais estão de acordo você tem o direito de pedir poder a ele.
- Pedir poder a ele? Como assim?
- Chame – o com o coração Victor e ele te ouvirá, pronto para continuar agora? – mesmo tendo diversas perguntas, disse que sim e continuei com o treinamento.
Olhei para o mar, fechei meus olhos e comecei a pensar alto dizendo:
- Pai, se está me ouvindo preciso de força, quero sua ajuda, por favor.
Dizendo aquilo, meu coração parou ao ouvir a voz de um homem, sua voz era imponente, viril e forte como se nada o colocasse medo, e disse:
- Meu poder é seu – quando pensei que tudo havia acabado ele me fala – filho.
Ao termino da frase, eu abri meus olhos e vi a praia inteira sendo levantada com meus poderes, aquilo era incrível, eu tinha muito poder aquilo me deixava feliz, cada vez que olhava, eu ia levantando uma parte maior de água. Logo fechei os olhos novamente concentrei – me e disse em pensamento “Desça”, toda água que estava voando desceu rapidamente, voltando ao seu devido lugar, Hércules para ao meu lado e diz:
- Você é mesmo filho dele, Filho dos Mares.
Após intensos dias de treino eu estava muito cansado, nós mal parávamos para descansar e comer, tudo tinha que ser muito rápido para dar tempo de um mês. Na ultima semana, eu estava me sentindo muito poderoso, podia fazer coisas incríveis, como chover, rachaduras ao chão, tremores lanças de água e gelo, mas não havia terminado, Hércules me diz:
- Para conclusão de seu trabalho aqui, o Tridente deve aparecer para você. – não entendo pergunto:
- Que Tridente? – ele sorri e responde:
- O símbolo de seu Pai e seu poder, quando ele aparecer vocês estará pronto.
- Então é como se fosse um diploma, somente se eu acabar poderei obter.
- Exatamente.
Ao terminar aquela conversa fechei meus olhos, e concentrei – me novamente na água, desta vez teria que falar com algum animal marinho, quando então contatei com um, não fiz muitas pergunta a ele, na verdade não fiz nenhuma só mandei que subisse, não sabia que animal era, quando do nada, um cavalo marinho gigante aparece, na verdade ela não era gigante para Hércules, mas grande par um cavalo marinho normal, ele deveria mais ou menos o tamanho de jogador de vôlei, assim que consegui o mar se agita e turbilhão aparece na água, e dentro dele algo estava brilhando, tentava olhar para saber o que poderia ser, quando percebo que é o Tridente, ele havia aparecido chegando perto de mim o turbilhão não me puxava somente diminuía e então Tridente sai de dentro e para em minha frente, antes que eu o pegasse uma voz fala:
- Filho do Mar, ganha este Tridente como prova de seu grande poder adquirido, agora grande poder dos mares está em suas mão, pense entes de agir com ele.
Assim a voz cessou e eu peguei no Tridente, sentindo o grande poder que havia dentro dele, era muito poder mesmo, todos os mares estavam dobre meu controle durante aquele tempo que ficaria naquele lugar, Hércules diz:
- Ótimo, agora terminamos com o treinamento, parabéns Victor agora você é herdeiro dos Mares.
Sorri alegremente, mas antes que pudesse dizer algo, minha barriga ronca e Hércules sorri e diz:
- Vamos para casa, acho que você não é único que está com fome.
Voltando para casa de Hércules, depois de um mês fora encontro Caio e Paola, totalmente diferentes, Caio estava com estilo engraçado no cabelo, arrepiado, liso e sua pele parecia mais escura do que de costume, e ele tinha uma foice em suas costas, a foice era preta com tons vermelhos na lâmina, muito legal. Paola estava totalmente loira, agora ela parecia com a Taylor Swifth, mas continuava linda, e ela tinha uma espada com uma lâmina brilhante e super bonita, eu não tive tempo de perguntar como conseguiram aquilo já que estava correndo de fome. Mas logo descobriria, aliás, jamais gostei de dúvidas.
- Você não vem Rosi? – ele me olha e sua expressão e de tristeza, e me responde:
- Não Victor daqui é somente com vocês, eu apenas fiz minha parte como me foi solicitado, eu queria somente agradecer a vocês por me proporcionarem esses poucos instantes tão maravilhosos ao lado de vocês. Obrigado.
Sem que possamos nos despedir ela vai embora sem olhar para trás, ante que fizéssemos algo para chamá-la Hércules nos chama para entrarmos, corremos para entrar, quando ele percebeu que não estávamos bem, ele diz:
- Não se preocupe um dia tornaram a vê-la. – nós não respondemos e então ele diz:
- Eu não sou o único que esta aqui para treiná-los, vou lhes apresentar os outros dois professores.
Como assim outros dois professores, a um tempo atrás nem sabia que Hércules seria nosso professor, agora existem mais dois? Isso está se tornando cada vez mais emocionante. Passando por diversas portas, vamos chegando a um jardim, que mais parecia uma floresta do que um jardim, onde havia uma incrível praia, diversas árvores e um vulcão bem no fim dele. Estávamos os três olhando totalmente alucinados com aquele lugar incrível, e então Hércules tira nossa atenção no chamando e diz:
- Vocês três, esses são os outros dois professores... – antes que ele falasse alguma coisa eu o corto falando:
- Perseu e Atlanta!
Eu fiquei totalmente estático ao ver aqueles dois, eles eram incríveis e Atlanta era linda, (espero que ela seja minha professora), realmente ela era linda, cabelos longos e pretos, olhos castanhos escuros, pele morena como chocolate, era uma linda Miss. Perseu era majestoso, um loiro alto, de olhos azuis e pele branca como a neve, parecia um holandês nato. Sem contar que os dois eram praticamente do mesmo tamanho que Hércules.
Os três nos olham e sorriem, quando Atlanta diz:
- Eles são bem pequenos não acham? – logicamente eles eram lendas Mitológicas, simplesmente perfeitas seus atos eram simplesmente incríveis, tanto Perseu derrotando a Medusa e Atlanta participando da caçada de Caridon (ele era um javali gigante, e super difícil se ser pego), mas então Hércules diz:
- Eles não obtiveram a graça dos Deuses, são apenas donos de grandes poderes, e estamos aqui para ajudá-los, a usar corretamente. – eu ainda estava hipnotizado de ver tantas coisas simplesmente incríveis a minha frente, nem conseguia falar, quando Paola diz:
- Eu não quero sr chata, nem nada, mas acho que estamos perdendo tempo aqui conversando sobre algo que não levara o nada, o que acham de começarmos logo? – Atlanta sorri e diz:
- Eu já escolhi minha aluna, venha Paola, tenho muito que lhe ensinar. – Perseu procura e vê Caio quando diz:
- Ei você a bonitão, está na hora de seu poder aparecer, vamos, temos uma longa caminhada até o vulcão, já que você é filho de Hades, um pouco de calor não vai incomodá-lo, certo? – Caio responde:
- Bom contanto que não apareça nenhum monstro, está tudo, beleza.
Eu olhei para Hércules e disse:
- Acho que sou eu, certo? – Hércules olha para baixo, e vai chegando mais perto e diz:
- Gosta de Água, não é mesmo Filho dos Mares? Então vamos temos muito trabalho a fazer, o tempo é curto, mas será o suficiente para lhe mostrar seu verdadeiro poder.
“Tempo”, porque “tempo”, algo estava errado, eu queria saber porque estávamos ali, mas ninguém, ousou dizer uma só palavra, porque nós os Filhos dos Três estávamos naquele lugar, como uma Quimera perdeu os poderes para um Deus de elemento, porque os outros Heróis Semi-Deuses estavam nos ensinando? Tudo estava tão confuso, pensei em perguntar a Hércules, mas aquele não era o momento certo, assim que meu treinamento estiver concluído eu perguntarei.
Seguindo a caminho da praia, nenhuma palavra é dita, por nenhum dos dois um silêncio um tanto quanto chato de se presenciar, mas aquilo logo ia se acabar. Chegando a praia, o cheiro salgado passa pelo meu nariz, me deixando com uma sensação confortável, como acontecia normalmente quanto chegava perto dos mares, aquilo era incrível parecia o lugar mais seguro e confortável do mundo, mas antes que pudesse admirar melhor o lugar Hércules vira e diz:
- Vamos garotão, esta na hora de entrar na água, tire essas roupas e pule na imensidão azul. – eu olhei para de um jeito estranho, pois ele estava falando aquilo com grande ironia, mas não quis argumentar, então tirei meus shorts e minha camisa e pulei diretamente no Oceano.
Ah! Aquilo era bem melhor que sentir o cheiro da brisa salgada do mar, senti meu corpo se regenerar dentro da água, mas como sempre antes ele corta a minha felicidade dizendo:
- Agora quero que mergulhe e fique embaixo dela o tempo que agüentar, eu estarei aqui te observando contarei o tempo, pronto? – antes que pudesse pensa disse:
- Sim!
- Então vamos, agora!
Mergulhando minha cabeça na água, decide pensar um pouco em tudo do que estava acontecendo, as coisas que havíamos passado durante aquele tempo, conhecemos e estamos sendo treinados por alguns dos heróis mais famosos da Mitologia, aquilo era super inacreditável, mas havia algo que eles estavam escondendo e eu queria saber o que poderia ser, já que estávamos na historia tínhamos o direito de saber o que estava acontecendo. Não percebi o tempo passar, estava tudo calmo e tão gostoso de se ficar, meus pensamentos pareciam não me preocupar ali dentro, mas então não agüentei mais e subi para superfície, tirando toda água de meu rosto, Hércules diz:
- 15 min. É um tempo grande, agora venha para cá, vamos fazer outra coisa. – saindo da água me sentindo super bem, cheguei ao seu lado e ele diz:
- Quero você vire para a água e diga para ela levantar. – olhei com uma cara assustada e perguntei:
- Você só pode estar de brincadeira não é mesmo? Certo que sou filho de Poseidon, mas acha mesmo que posso controlar a água? Você não está bêbado não? – ele sorri senta – se ao chão fazendo – me pular e cair, fora o barulho gigantesco e diz:
- Se você não acreditar no seu potencial, jamais poderá aprender seus verdadeiros poderes, caso ache que não é capaz, vá embora nós não iríamos precisar passar por esse vexame, tudo bem? – nossa naquele momento eu adoraria ver o rosto de Caio e Paola, como eles me faziam uma falta tremenda, mas logo responde:
- Eu acredito e vou fazer, mas Hércules antes de nós continuarmos pode me dizer porque nos trouxeram para este mundo? - Hércules olha para mim com um rosto feliz e responde:
- Bom acho que seria muita injustiça esconder isso de você, mesmo que nosso acordo fosse contar somente após o treino eu vou contar – lhe porque.
Ele respira fundo como se estivesse fazendo algo que poderá se arrepender durante toda sua vida e começa a falar:
- Sabe que seus pais eram filhos de Cronos? E que ele comia seus filhos, mas então sua mulher escondeu os três irmãos até que eles crescerem e terem força para matar Cronos, e toda aquela baboseira de Tártaro e o resto que você já sabe. Então é que os Titãs estão soltos de seus castigos e querem trazer as partes de Cronos o Tártaro para revive – lo. Descobrindo isso os Deuses, tinham que encontrar uma forma de impedir que ocorresse, logo pesquisaram diversas formas para combater o renascimento dele, mas nada foi encontrado, quando então Hermes o mensageiro dos Deuses, lembrou do tal fato de que os Filhos dos Três eram os únicos que poderiam impedir isso, pois vocês não são totalmente deuses, mas também não são totalmente mortais, logo isso os torna mais forte do que nós. – antes que continuasse eu perguntei:
- Como assim nós somos melhores do que vocês? Somos meras crianças do ensino médio, como podemos ser melhores que deuses?
- Vocês têm coração puro e corajoso, nós deuses dependemos de um valor material, pedimos a pessoas que façam um ritual ridículo para que nos sentirmos melhores, e eles acham que faremos o que eles quiserem, mas vocês humanos são diferentes, não dependem exatamente de um valor material, pois ajudam aqueles que necessitam, ou que até mesmo pedem um favor com educação.
- Mas existem os ladrões Hércules, nós na somos totalmente puros, ainda existem as maças podres na cesta.
- Mesmo assim pensam que aquela pessoa pode mudar e melhorar, mas nós só castigamos quem faz errado e não apoiamos quem faz o certo, isso é errado. Mas então continuando, tornando, a saber, dessa historia Zeus contatou Hades e Poseidon para uma reunião particular, cara aquilo foi de assustar, já que faziam mais de séculos que os três não se reuniam, debateram a questão e concordaram, Hades mandou aquele espírito incorporando Paola, pois Zeus permitiu isso a ele, trazendo vocês aqui, e Viviane levanto vocês até Rosi, e ela trazendo vocês até a mim. Assim nós os treinaremos por mais de um mês para aprender as habilidades necessárias, como seus pais estão de acordo você tem o direito de pedir poder a ele.
- Pedir poder a ele? Como assim?
- Chame – o com o coração Victor e ele te ouvirá, pronto para continuar agora? – mesmo tendo diversas perguntas, disse que sim e continuei com o treinamento.
Olhei para o mar, fechei meus olhos e comecei a pensar alto dizendo:
- Pai, se está me ouvindo preciso de força, quero sua ajuda, por favor.
Dizendo aquilo, meu coração parou ao ouvir a voz de um homem, sua voz era imponente, viril e forte como se nada o colocasse medo, e disse:
- Meu poder é seu – quando pensei que tudo havia acabado ele me fala – filho.
Ao termino da frase, eu abri meus olhos e vi a praia inteira sendo levantada com meus poderes, aquilo era incrível, eu tinha muito poder aquilo me deixava feliz, cada vez que olhava, eu ia levantando uma parte maior de água. Logo fechei os olhos novamente concentrei – me e disse em pensamento “Desça”, toda água que estava voando desceu rapidamente, voltando ao seu devido lugar, Hércules para ao meu lado e diz:
- Você é mesmo filho dele, Filho dos Mares.
Após intensos dias de treino eu estava muito cansado, nós mal parávamos para descansar e comer, tudo tinha que ser muito rápido para dar tempo de um mês. Na ultima semana, eu estava me sentindo muito poderoso, podia fazer coisas incríveis, como chover, rachaduras ao chão, tremores lanças de água e gelo, mas não havia terminado, Hércules me diz:
- Para conclusão de seu trabalho aqui, o Tridente deve aparecer para você. – não entendo pergunto:
- Que Tridente? – ele sorri e responde:
- O símbolo de seu Pai e seu poder, quando ele aparecer vocês estará pronto.
- Então é como se fosse um diploma, somente se eu acabar poderei obter.
- Exatamente.
Ao terminar aquela conversa fechei meus olhos, e concentrei – me novamente na água, desta vez teria que falar com algum animal marinho, quando então contatei com um, não fiz muitas pergunta a ele, na verdade não fiz nenhuma só mandei que subisse, não sabia que animal era, quando do nada, um cavalo marinho gigante aparece, na verdade ela não era gigante para Hércules, mas grande par um cavalo marinho normal, ele deveria mais ou menos o tamanho de jogador de vôlei, assim que consegui o mar se agita e turbilhão aparece na água, e dentro dele algo estava brilhando, tentava olhar para saber o que poderia ser, quando percebo que é o Tridente, ele havia aparecido chegando perto de mim o turbilhão não me puxava somente diminuía e então Tridente sai de dentro e para em minha frente, antes que eu o pegasse uma voz fala:
- Filho do Mar, ganha este Tridente como prova de seu grande poder adquirido, agora grande poder dos mares está em suas mão, pense entes de agir com ele.
Assim a voz cessou e eu peguei no Tridente, sentindo o grande poder que havia dentro dele, era muito poder mesmo, todos os mares estavam dobre meu controle durante aquele tempo que ficaria naquele lugar, Hércules diz:
- Ótimo, agora terminamos com o treinamento, parabéns Victor agora você é herdeiro dos Mares.
Sorri alegremente, mas antes que pudesse dizer algo, minha barriga ronca e Hércules sorri e diz:
- Vamos para casa, acho que você não é único que está com fome.
Voltando para casa de Hércules, depois de um mês fora encontro Caio e Paola, totalmente diferentes, Caio estava com estilo engraçado no cabelo, arrepiado, liso e sua pele parecia mais escura do que de costume, e ele tinha uma foice em suas costas, a foice era preta com tons vermelhos na lâmina, muito legal. Paola estava totalmente loira, agora ela parecia com a Taylor Swifth, mas continuava linda, e ela tinha uma espada com uma lâmina brilhante e super bonita, eu não tive tempo de perguntar como conseguiram aquilo já que estava correndo de fome. Mas logo descobriria, aliás, jamais gostei de dúvidas.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Hercules.
Tudo estava ficando super confuso, nós estávamos vivendo e presenciando a
Mitologia Grega, eu, Caio e Paola éramos filhos de Deuses, ou seja, semi – deuses.
Estávamos indo conhecer Hercules, filho de Zeus, um semi – deus também bem mais
famoso que nós três, para que ele nos ensinasse a controlar nossos poderes, bom
pelo menos quem dizia isso era Rosi a Quimera (sem poderes).
No caminho para casa de Hercules, que provavelmente deveria ser em Athenas, percebi que Caio estava meio o que perdido em seus pensamentos, dificilmente eu o via daquele jeito, quando ele estava assim era porque algo não estava bem, como também não gosto dele daquele jeito decidi perguntar:
- Ei! Caio, você está bem? – ele me olha assustado com a minha chegada, dá um sorriso de lado e responde:
- Estou sim, só um pouco cansado. – eu não entendendo o porque do “cansaço” percebo que é apenas uma desculpa e pergunto:
- Cansado do que Caio? – ele fica em silêncio e eu continuo.
- Caio porque está tentando esconder algo que está na sua cara? Sou seu amigo desde a 4ª série, aliás sou seu único amigo desde a 4ª série. – então sorrimos – então por favor diga – me o que te deixa triste, por favor.
Ele me olha, com aquela sua expressão de que confia em mim, sorri rapidamente e diz:
- Depois que Rosi falou de nossos pais, eu fiquei em dúvida se meu pai viria me visitar, mas logo essa dúvida foi embora, pois ele é Hades Deus do Sub-Mundo. Provavelmente ele nem sabe que eu existo, e eu seja apenas mais um filho dele.
Eu olho para Caio tento pensar em alguma coisa para deixa – lo feliz, mas nada vinha na minha cabeça, não sabia o que dizer, pois o que ela havia dito era verdade, o pai dele era Hades, o Deus do Sub-Mundo, por tentar dominar os poderes de Poseidon e Zeus, foi jogado no Mar do Tártaro e assim dominando todo sub-mundo. Antes que dissesse algo Rosi diz:
- Não é bem assim Caio. – ele olhou para Rosi e não entendo pergunta ofensivamente.
- Como não é bem assim? Meu pai é um demônio, como posso ficar feliz por isso, ele nem ao menos sabe que eu existo, apenas pensa que sou mais um filho qualquer. – Rosi olha para o céu e começa a falar serenamente:
- Sabe todos pensam que Zeus e Poseidon, estavam corretos quando jogaram Hades no Sub-Mundo, mas na verdade ele só estava tentando exercer algum poder, por direito na Terra, aliás, ele ajudou a matar Cronos. Mas Zeus e Poseidon, já haviam escolhido os seus domínios, Poseidon na Água e Zeus nos Céus, quando Hades tentou brigar pelo seu direito, os dois se juntaram e o mandaram para o Tartaro, assim após alguns anos ele começou a dominar o Sub-Mundo, e agora é Deus dos Mortos. Ele também não tem diversos filhos com humanos, para falar a verdade, Hades era o único que não tinha filhos com mortais, aliás ele é um “demônio”, como você disse, mas ainda tem coração.
Eu e Caio ficamos totalmente estáticos ao ouvir as palavras de Rosi, foi incrível o modo como Hades em nossa mente, então ela continua dizendo:
- Sua mãe Caio foi a única a conhecer o real sentimento de Hades, assim como Poseidon e Zeus, ele não queria deixar de lhe ver, só fez isso para não gerar futuras confusões. Espere com calma Caio que um dia ele aparecerá, e lhe falará a verdade.
Naquele momento senti Rosi, como se ela fosse totalmente humana, as palavras dela foram tão puras e quase me fizeram chorar, mas algo me tirou a atenção dela, claro onde está a Paola, já se faz algum tempo que não a vejo ao nosso lado. Comecei a procurar, olhando para todos os lados, e quando olho para trás eu a vejo andando calmamente, mas com um olhar um tanto igual ao do Caio (nossa, será que eu era o único que não estava deprimido com aquela história? Na verdade eu até achei legal), fui diminuindo meu passo para me aproximar dela, mas logo desisti e continuei junto a eles, mas o que estava acontecendo, eu não conseguia chegar perto da Paola. Que saco! Aquilo era frustrante, eu queria tanto falar com ela, mas algo me impedia e eu não sabia o que era, quando então Rosi, abaixa sua gigante cabeça ao lado da minha e diz:
- O que foi Filho do Mar, o Céu não é a sua praia? – eu olhei para ela tentando entender o que ela havia dito, e perguntei:
- Como assim? Não entendi. – ela solta um sorriso de lado, e diz:
- Não tente esconder seus sentimentos pequeno, porque tenta fazer isso? Sabe as vezes a melhor coisa se fazer quando estamos apaixonados é mostrar o verdadeiro sentimento que temos pela pessoa, esconder não vai lhe ajudar em nada. – eu fiquei um pouco assustado (na verdade muito assustado) de como ela sabia disso, mas responde:
- Não sei Rosi, as vezes parece que tem algo que me afasta dela, como se eu não conseguisse me aproximar dela. Não sei o que poder ser, você sabe?
- Sim, a timidez. Não deixe domina – lo Victor, a timidez mostra que você tem sentimentos verdadeiros, mas quando se está na hora de demonstrar o que sentimos ela deve ser deixada de lado.
Eu sorri, e pensei “O que ela diz é verdade, posso também me mostrar um grande amigo”, ao pensar dessa maneira, fui diminuindo o passo, até que cheguei ao lado dela, com a mesma expressão que a do Caio, ela percebe que me aproximo e sorri dizendo:
- Oi. – eu olhei para ela e respondi.
- Oi, você está bem? – ela me olha melhorando sua feição e responde.
- Ah! Mais ou menos, está tudo meio estranho, sabe algumas coisas que eu ainda não me acostumei, meu pai sendo Zeus ainda é uma coisa difícil de acreditar. – olhei para ela e sorri dizendo.
- Pelo menos seu irmão é Hercules, quero ver quem dá em cima de você. – ela ri – Mas sabe, as vezes o que o futuro nos guarda nem sempre é aquilo que esperamos que aconteça, também estou achando difícil saber que meu pai é Poseidon, mas vai ver logo se acostuma.
Continuando a caminhada, os assuntos vão se tornando engraçados, derepente percebemos que temos muitas coisas em comum, adoramos ler, somos solteiros, e renunciamos o amor. Mas também ela é super engraçada, pensei que só eu tinha piadinhas engraçadas, mas as dela também são boas.
Depois de um tempo, nós paramos e quando vimos estávamos em frente a coisa mais linda de toda Mitologia Grega, as casas gregas, são perfeitas. Estrutura totalmente alinhada, tudo tão simétrico, tudo tão lindo. Tudo aquilo me fazia pensar que estava em um episodio de “Cavaleiros do Zodíaco”, e Rosi diz:
- Chegamos!
O que Hercules morava ali? Que estranho, até onde eu me lembro ele morava com sua esposa e filhos, em Athenas, mas tudo bem a casa dele era incrível, um mito grego lindo. E Rosi grita:
- Hercules, seus alunos chegaram. –
Após alguns minutos, um homem moreno, cabeludo de olhos castanhos, super alto, ele deveria ter mais ou menos uns 3 metros de altura. Ei espere um pouco aquele era o William, o menino que morava na rua debaixo de onde moro, eu nunca falei com ele, já que ele se achava uma máximo, só porque tinha alguns músculos, e fazia academia. Mas sorri alegremente quando Paola disse:
- Nossa pensei que ele seria mais bonito! – eu e Caio caímos nas risadas, quando então a voz grossa ecoou pelo salão gigante da casa dizendo:
- Vocês são os Filhos dos Três? – Caio virou para ele disse:
- Na verdade somos Caio, Victor e Paola, porém todo mundo chama agente assim, logo nos acostumaremos. – Hercules olha diretamente para ele diz:
- Você não é aquele moleque que mora na rua de cima da minha casa no mundo dos mortais? – Caio responde
- Sim, sou eu porque?
- Nada não, só para saber mesmo, e aliás onde está minha irmã mais nova? – Paola aparece e diz:
- Sou eu! – ele a olha de cima a baixo quando ele responde
- Você é mais bonita do que pensei! – ela sorri e o repreente.
- Pena não poder dizer o mesmo. – ele sorri como se não o tivesse humilhado e diz.
- Não viemos para ver quem é bonito ou não, está na hora de vocês aprenderem a usar seus poderes de semi – deuses.
No caminho para casa de Hercules, que provavelmente deveria ser em Athenas, percebi que Caio estava meio o que perdido em seus pensamentos, dificilmente eu o via daquele jeito, quando ele estava assim era porque algo não estava bem, como também não gosto dele daquele jeito decidi perguntar:
- Ei! Caio, você está bem? – ele me olha assustado com a minha chegada, dá um sorriso de lado e responde:
- Estou sim, só um pouco cansado. – eu não entendendo o porque do “cansaço” percebo que é apenas uma desculpa e pergunto:
- Cansado do que Caio? – ele fica em silêncio e eu continuo.
- Caio porque está tentando esconder algo que está na sua cara? Sou seu amigo desde a 4ª série, aliás sou seu único amigo desde a 4ª série. – então sorrimos – então por favor diga – me o que te deixa triste, por favor.
Ele me olha, com aquela sua expressão de que confia em mim, sorri rapidamente e diz:
- Depois que Rosi falou de nossos pais, eu fiquei em dúvida se meu pai viria me visitar, mas logo essa dúvida foi embora, pois ele é Hades Deus do Sub-Mundo. Provavelmente ele nem sabe que eu existo, e eu seja apenas mais um filho dele.
Eu olho para Caio tento pensar em alguma coisa para deixa – lo feliz, mas nada vinha na minha cabeça, não sabia o que dizer, pois o que ela havia dito era verdade, o pai dele era Hades, o Deus do Sub-Mundo, por tentar dominar os poderes de Poseidon e Zeus, foi jogado no Mar do Tártaro e assim dominando todo sub-mundo. Antes que dissesse algo Rosi diz:
- Não é bem assim Caio. – ele olhou para Rosi e não entendo pergunta ofensivamente.
- Como não é bem assim? Meu pai é um demônio, como posso ficar feliz por isso, ele nem ao menos sabe que eu existo, apenas pensa que sou mais um filho qualquer. – Rosi olha para o céu e começa a falar serenamente:
- Sabe todos pensam que Zeus e Poseidon, estavam corretos quando jogaram Hades no Sub-Mundo, mas na verdade ele só estava tentando exercer algum poder, por direito na Terra, aliás, ele ajudou a matar Cronos. Mas Zeus e Poseidon, já haviam escolhido os seus domínios, Poseidon na Água e Zeus nos Céus, quando Hades tentou brigar pelo seu direito, os dois se juntaram e o mandaram para o Tartaro, assim após alguns anos ele começou a dominar o Sub-Mundo, e agora é Deus dos Mortos. Ele também não tem diversos filhos com humanos, para falar a verdade, Hades era o único que não tinha filhos com mortais, aliás ele é um “demônio”, como você disse, mas ainda tem coração.
Eu e Caio ficamos totalmente estáticos ao ouvir as palavras de Rosi, foi incrível o modo como Hades em nossa mente, então ela continua dizendo:
- Sua mãe Caio foi a única a conhecer o real sentimento de Hades, assim como Poseidon e Zeus, ele não queria deixar de lhe ver, só fez isso para não gerar futuras confusões. Espere com calma Caio que um dia ele aparecerá, e lhe falará a verdade.
Naquele momento senti Rosi, como se ela fosse totalmente humana, as palavras dela foram tão puras e quase me fizeram chorar, mas algo me tirou a atenção dela, claro onde está a Paola, já se faz algum tempo que não a vejo ao nosso lado. Comecei a procurar, olhando para todos os lados, e quando olho para trás eu a vejo andando calmamente, mas com um olhar um tanto igual ao do Caio (nossa, será que eu era o único que não estava deprimido com aquela história? Na verdade eu até achei legal), fui diminuindo meu passo para me aproximar dela, mas logo desisti e continuei junto a eles, mas o que estava acontecendo, eu não conseguia chegar perto da Paola. Que saco! Aquilo era frustrante, eu queria tanto falar com ela, mas algo me impedia e eu não sabia o que era, quando então Rosi, abaixa sua gigante cabeça ao lado da minha e diz:
- O que foi Filho do Mar, o Céu não é a sua praia? – eu olhei para ela tentando entender o que ela havia dito, e perguntei:
- Como assim? Não entendi. – ela solta um sorriso de lado, e diz:
- Não tente esconder seus sentimentos pequeno, porque tenta fazer isso? Sabe as vezes a melhor coisa se fazer quando estamos apaixonados é mostrar o verdadeiro sentimento que temos pela pessoa, esconder não vai lhe ajudar em nada. – eu fiquei um pouco assustado (na verdade muito assustado) de como ela sabia disso, mas responde:
- Não sei Rosi, as vezes parece que tem algo que me afasta dela, como se eu não conseguisse me aproximar dela. Não sei o que poder ser, você sabe?
- Sim, a timidez. Não deixe domina – lo Victor, a timidez mostra que você tem sentimentos verdadeiros, mas quando se está na hora de demonstrar o que sentimos ela deve ser deixada de lado.
Eu sorri, e pensei “O que ela diz é verdade, posso também me mostrar um grande amigo”, ao pensar dessa maneira, fui diminuindo o passo, até que cheguei ao lado dela, com a mesma expressão que a do Caio, ela percebe que me aproximo e sorri dizendo:
- Oi. – eu olhei para ela e respondi.
- Oi, você está bem? – ela me olha melhorando sua feição e responde.
- Ah! Mais ou menos, está tudo meio estranho, sabe algumas coisas que eu ainda não me acostumei, meu pai sendo Zeus ainda é uma coisa difícil de acreditar. – olhei para ela e sorri dizendo.
- Pelo menos seu irmão é Hercules, quero ver quem dá em cima de você. – ela ri – Mas sabe, as vezes o que o futuro nos guarda nem sempre é aquilo que esperamos que aconteça, também estou achando difícil saber que meu pai é Poseidon, mas vai ver logo se acostuma.
Continuando a caminhada, os assuntos vão se tornando engraçados, derepente percebemos que temos muitas coisas em comum, adoramos ler, somos solteiros, e renunciamos o amor. Mas também ela é super engraçada, pensei que só eu tinha piadinhas engraçadas, mas as dela também são boas.
Depois de um tempo, nós paramos e quando vimos estávamos em frente a coisa mais linda de toda Mitologia Grega, as casas gregas, são perfeitas. Estrutura totalmente alinhada, tudo tão simétrico, tudo tão lindo. Tudo aquilo me fazia pensar que estava em um episodio de “Cavaleiros do Zodíaco”, e Rosi diz:
- Chegamos!
O que Hercules morava ali? Que estranho, até onde eu me lembro ele morava com sua esposa e filhos, em Athenas, mas tudo bem a casa dele era incrível, um mito grego lindo. E Rosi grita:
- Hercules, seus alunos chegaram. –
Após alguns minutos, um homem moreno, cabeludo de olhos castanhos, super alto, ele deveria ter mais ou menos uns 3 metros de altura. Ei espere um pouco aquele era o William, o menino que morava na rua debaixo de onde moro, eu nunca falei com ele, já que ele se achava uma máximo, só porque tinha alguns músculos, e fazia academia. Mas sorri alegremente quando Paola disse:
- Nossa pensei que ele seria mais bonito! – eu e Caio caímos nas risadas, quando então a voz grossa ecoou pelo salão gigante da casa dizendo:
- Vocês são os Filhos dos Três? – Caio virou para ele disse:
- Na verdade somos Caio, Victor e Paola, porém todo mundo chama agente assim, logo nos acostumaremos. – Hercules olha diretamente para ele diz:
- Você não é aquele moleque que mora na rua de cima da minha casa no mundo dos mortais? – Caio responde
- Sim, sou eu porque?
- Nada não, só para saber mesmo, e aliás onde está minha irmã mais nova? – Paola aparece e diz:
- Sou eu! – ele a olha de cima a baixo quando ele responde
- Você é mais bonita do que pensei! – ela sorri e o repreente.
- Pena não poder dizer o mesmo. – ele sorri como se não o tivesse humilhado e diz.
- Não viemos para ver quem é bonito ou não, está na hora de vocês aprenderem a usar seus poderes de semi – deuses.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Revelação
O quê? Eu pensei, uma Quimera que sabe a minha verdadeira história, isso era
impossível, já que elas jamais perguntam sobre a vida de seu almoço, certo que
naquele momento eu estava passando por algo realmente estranho, uma Quimera que
perderá seus poderes por seu pai Tífon, e não se sabia o porque dele ter tirado
seus poderes, já que Tífon nem liga muito para elas. Mas então não comentei a
minha rebeldia, e a deixei prosseguir.
- Vocês com certeza sabem que os Deuses do Olimpo, podem ter filhos com mortais, certo? – fizemos que sim com a cabeça – Mas após tanta discórdia, os Deuses eram proibidos de ver seus filhos, pois os mortais jamais deveriam saber que seus pais eram deuses, caso contrário muitos iriam tentar destruir tudo aquilo que estivesse a sua frente. Bem contando essa história algum de vocês se arrisca a dizer, o que vocês estão fazendo aqui e o que realmente são?
Eu olhei avidamente para Caio e Paola, os dois nem faziam ideia do que estava acontecendo, mas como eu já havia pego um pouco do assunto me arrisquei a dizer:
- Está dizendo que nós três somos filhos de deuses, mas não deuses comuns e sim dos três mais poderosos, como Zeus, Hades e Poseidon?
A Quimera sorri, levanta – se de sua enorme cadeira nos olhando responde:
- Exatamente, vocês três são os semi – deuses mais poderosos, são filhos dos criadores e destruidores, são Filhos dos Três. – Caio assustado com a afirmação dela, diz:
- Não é possível essa Quimera está bêbada, está dizendo que somos semi – deuses. Quimera, os únicos semi – deuses que eu realmente conheço, por livros e histórias, são Hercules e Perseus, nós não podemos ser, pois nossas mães dizem... – antes que Caio possa concluir a Quimera fala
- Que seus pais estão mortos, ou que simplesmente abandonaram vocês? Elas já disseram o que faziam, onde trabalhavam, como se conheceram? Vamos vocês não podem ser assim tão inocentes, ao ponto de acreditar nessas baboseiras. Seus pais são deuses, você tem poderes que jamais iriam imaginar, são tão poderosos, que podem destruir uma cidade e simplesmente vão pensar que foi um acidente natural.
Paola fica olhando estática para a Quimera, quando ela se levanta com um olhar assustador, e diz:
- Muito bem sua Quimera maluca, já chega de baboseira, está na hora de você começar a pensar no que fala, mesmo sendo um monstro sabe e entende o sentimento humano, então pare. Mesmo que isso fosse verdade jamais poderia provar.
A Quimera olha para Paola e diz:
- Bom eu posso provar quer ver? – Paola com seu jeito “louca” que havia acabado de conhecer, desafia a Quimera a provar se isso era verdade ou não, eu e Caio simplesmente ficamos observando a briga, cara aquilo era tão emocionante, tanto quanto o último capitulo da novela, eu realmente queria saber como aquilo iria terminar.
- Bom vamos lá, começando por você Victor, que parece ser o menos cabeça – dura daqui – ela diz isso olhando para Paola – você acha que é filho de quem?
Ei, ei, ei... Espera um pouco eu até dois minutos atrás nem sabia que meu pai era uma Deus, e ela já me pergunta de quem eu seria filho? Mesmo me lembrando do que Paola havia dito quando “possuída”, dizendo “Filho do Mar”, não poderia dizer o que estava pensando, então disse:
- Não sei. – ela me olha e faz outras perguntas.
- Com o que você tem mais intimidade? – eu pensei um pouco mais logo respondi.
- Adoro água.
- Que tipo de esporte você prática?
- Eu faço natação e polo aquático.
- Já parou para contar quanto tempo aguenta ficar sem respirar em baixo da água?
- Não.
- Então agora me responda, de quem você é filho?
Com medo, quase não conseguindo dizer, respondo quase perguntando:
- Poseidon? – a Quimera sorri e diz:
- Claro, você Victor Torrent é filho do Deus do Mar, seu sobrenome Torrent, vem da palavra Correnteza. Considerado um dos mais poderosos entre os três, você Victor tem poderes incríveis, só basta acreditar em minhas palavras. Também posso lhe mostrar algo ou alguém que não fala com ninguém, mas se você aparecer Victor ela vai falar com você, quer tentar? – assustado, como sempre não tinha nada a perder, mas mesmo assim pedi o consentimento dos meus amigos, perguntando a Paola e Caio se poderia tentar, elas fizeram que sim com a cabeça.
Então fomos saindo da Caverna da Quimera e fomos até um pequeno riacho, que estava repleto de Melíades, Ninfas da Água, elas geralmente não falam com ninguém, mas caso você tenha algum parestesco próximo de um Deus, ou melhor, for filho dele, ela não fugirá de você, bom pelo menos era isso que dizia a Mitologia. Chegando ao riacho, elas sentiram nossa presença e logo desapareceram, e a Quimera disse:
- Victor, peça para que elas voltem. – ei olhei para ela, e pensei “Ela deve estar maluca mesmo? Eu um mero menino do 1º colegial chamaria uma Melíade e ela obedecerá, isso já estava se tornando ridículo, mas fazer o que né, ela diz que sou filho de Poseidon.”
Eu engoli um pouco de saliva, respirei fundo tentei me lembrar do que era preciso para chamar uma Melíade, mas com o nervossismo batento a minha mente, nada fazia sentido agora, então disse palavras simples como:
- Ei Melíade apareça. Pode vir aqui por favor. Ei eu sou simpático, não vou lhe fazer mal nenhum.
Bom até o momento eu estava sendo racional, até que decidi fazer a coisa mais idiota da minha vida, tá legal não era assim a coisa mais idiota que já havia feito na minha vida, mas não vem ao caso agora. Virei e gritei:
- Eu Filho de Poseidon, ordeno a vocês Melíades que se apresentem diante da minha presença. – Caio e Paola ficaram olhando para mim, bem vermelhos querendo dar muitas risadas, quando de repente, os dois param de dar risadas e seus olhares se tornam de susto, e centenas de Melíades aparecem diante de nós, se curvando perante a mim, eu sorri, e senti uma coisa incrível, era como se um poder indescritível invadisse minhas entranhas e todo meu sistema nervoso, era muito bom.
A Quimera então sorri e pergunta:
- Mais alguma dúvida?
Eu olho para ela e digo:
- Só mais uma, e Caio e Paola são filhos de quem? – a Quimera os observa e diz rapidamente;
- Caio é Filho de Hades e Paola é Filha de Zeus.
Eu olhei assustado tanto para Caio quanto para a Paola, e pensei comigo mesmo “Nossa que achei que seria o inverso, já que Paola é totalmente descontrolada, enquanto Caio é mais quietinho e tem sede de poder e liderança”, mas antes que pudesse concluir meu pensamento a Quimera diz:
- Como vocês dois são filhos de Deuses que quase, não tem presença na Terra, é quase impossível, provar que vocês são realmente filhos deles, mas acreditem em mim, isso é verdade, além do mais seria mais fácil matar uma Hydra cortando a cabeça dela, do que fazer seus pais deixarem vocês demonstrarem seus poderes. Só tenho uma coisa a dizer para vocês dois, tome cuidado, pois o poder de vocês está no controle emocional, qualquer explosão de nervoso do Caio pode abrir o Vale da Morte, e da Paola pode criar uma chuva de trovões, mas vão se acustumar com isso logo logo.
Antes que pudéssemos pergunta algo, ela continua e diz:
- Mas você Victor não fica por fora, qualquer descontrole seu pode causar uma enorme Tsunami ao até mesmo terremoto e maremotos, fora que você pode abrir a Prisão dos Monstros, onde se encontram a Hydra, Cerberus, Cyclope e o Dragão de Gaia.
Mas meio que olhei não entendendo o porque do medo da Quimera, e como não gosto de dúvidas perguntei:
- Mas nossos pais são os Deuses, se nos causarmos alguma coisa, eles poderão reparar isso, certo? – a Quimera me olha e responde:
- Bom certo que seus pais são Deuses, mas o poder de vocês é muito grande, existem coisas que vocês podem fazer, que nem mesmo os Deuses podem reparar esse erro. Como tinha dito antes, vocês são mais fortes do que pensam, aliás, se um dia seus pais morram, vocês entraram no lugar deles. Mas não se preocupe eu vou leva – los a alguém que ensinara a vocês como controlar certamente seus poderes.
Nossa já não bastava nós termos que confiar em uma Quimera, agora ela vai nos levar a alguem que pode nos ensinar a controlar nossos poderes, o quem seria agora um Hipogrifo, ou um Leão de Neméia? Isso foi realmente engraçado de se pensar, mas se tornasse realidade, não seria tão legal assim, aliás os Hipogrifos e os Leões de Neméia, não tinham poderes com seus pais, então nada os impediria de nos comer. Mas antes da minha curiosidade veio a do Caio que perguntou:
- Quem é? – a Quimera sem nenhuma expressão responde.
- Alguém que eu acho que vocês adoram a história dele, que é tão famosa quanto a minha, aquele que matou meu amado irmão. – Paola responde sorrindo e toda alegre
- Hercules!
Não acredito durante todos esse tempo eu sempre lia as história das aventuras de Hercules, e vou conhece – lo pessoalmente seria demais, bom pelo menos era o que eu esperava, tudo podia acontecer ali, já que uma Quimera perderá seus poderes para Tífon, é que eu pudesse controlar os mares, Caio podia trazer os mortos de volta vida, e Paola fazia chover e mandava nas Ninfas.
- Vocês com certeza sabem que os Deuses do Olimpo, podem ter filhos com mortais, certo? – fizemos que sim com a cabeça – Mas após tanta discórdia, os Deuses eram proibidos de ver seus filhos, pois os mortais jamais deveriam saber que seus pais eram deuses, caso contrário muitos iriam tentar destruir tudo aquilo que estivesse a sua frente. Bem contando essa história algum de vocês se arrisca a dizer, o que vocês estão fazendo aqui e o que realmente são?
Eu olhei avidamente para Caio e Paola, os dois nem faziam ideia do que estava acontecendo, mas como eu já havia pego um pouco do assunto me arrisquei a dizer:
- Está dizendo que nós três somos filhos de deuses, mas não deuses comuns e sim dos três mais poderosos, como Zeus, Hades e Poseidon?
A Quimera sorri, levanta – se de sua enorme cadeira nos olhando responde:
- Exatamente, vocês três são os semi – deuses mais poderosos, são filhos dos criadores e destruidores, são Filhos dos Três. – Caio assustado com a afirmação dela, diz:
- Não é possível essa Quimera está bêbada, está dizendo que somos semi – deuses. Quimera, os únicos semi – deuses que eu realmente conheço, por livros e histórias, são Hercules e Perseus, nós não podemos ser, pois nossas mães dizem... – antes que Caio possa concluir a Quimera fala
- Que seus pais estão mortos, ou que simplesmente abandonaram vocês? Elas já disseram o que faziam, onde trabalhavam, como se conheceram? Vamos vocês não podem ser assim tão inocentes, ao ponto de acreditar nessas baboseiras. Seus pais são deuses, você tem poderes que jamais iriam imaginar, são tão poderosos, que podem destruir uma cidade e simplesmente vão pensar que foi um acidente natural.
Paola fica olhando estática para a Quimera, quando ela se levanta com um olhar assustador, e diz:
- Muito bem sua Quimera maluca, já chega de baboseira, está na hora de você começar a pensar no que fala, mesmo sendo um monstro sabe e entende o sentimento humano, então pare. Mesmo que isso fosse verdade jamais poderia provar.
A Quimera olha para Paola e diz:
- Bom eu posso provar quer ver? – Paola com seu jeito “louca” que havia acabado de conhecer, desafia a Quimera a provar se isso era verdade ou não, eu e Caio simplesmente ficamos observando a briga, cara aquilo era tão emocionante, tanto quanto o último capitulo da novela, eu realmente queria saber como aquilo iria terminar.
- Bom vamos lá, começando por você Victor, que parece ser o menos cabeça – dura daqui – ela diz isso olhando para Paola – você acha que é filho de quem?
Ei, ei, ei... Espera um pouco eu até dois minutos atrás nem sabia que meu pai era uma Deus, e ela já me pergunta de quem eu seria filho? Mesmo me lembrando do que Paola havia dito quando “possuída”, dizendo “Filho do Mar”, não poderia dizer o que estava pensando, então disse:
- Não sei. – ela me olha e faz outras perguntas.
- Com o que você tem mais intimidade? – eu pensei um pouco mais logo respondi.
- Adoro água.
- Que tipo de esporte você prática?
- Eu faço natação e polo aquático.
- Já parou para contar quanto tempo aguenta ficar sem respirar em baixo da água?
- Não.
- Então agora me responda, de quem você é filho?
Com medo, quase não conseguindo dizer, respondo quase perguntando:
- Poseidon? – a Quimera sorri e diz:
- Claro, você Victor Torrent é filho do Deus do Mar, seu sobrenome Torrent, vem da palavra Correnteza. Considerado um dos mais poderosos entre os três, você Victor tem poderes incríveis, só basta acreditar em minhas palavras. Também posso lhe mostrar algo ou alguém que não fala com ninguém, mas se você aparecer Victor ela vai falar com você, quer tentar? – assustado, como sempre não tinha nada a perder, mas mesmo assim pedi o consentimento dos meus amigos, perguntando a Paola e Caio se poderia tentar, elas fizeram que sim com a cabeça.
Então fomos saindo da Caverna da Quimera e fomos até um pequeno riacho, que estava repleto de Melíades, Ninfas da Água, elas geralmente não falam com ninguém, mas caso você tenha algum parestesco próximo de um Deus, ou melhor, for filho dele, ela não fugirá de você, bom pelo menos era isso que dizia a Mitologia. Chegando ao riacho, elas sentiram nossa presença e logo desapareceram, e a Quimera disse:
- Victor, peça para que elas voltem. – ei olhei para ela, e pensei “Ela deve estar maluca mesmo? Eu um mero menino do 1º colegial chamaria uma Melíade e ela obedecerá, isso já estava se tornando ridículo, mas fazer o que né, ela diz que sou filho de Poseidon.”
Eu engoli um pouco de saliva, respirei fundo tentei me lembrar do que era preciso para chamar uma Melíade, mas com o nervossismo batento a minha mente, nada fazia sentido agora, então disse palavras simples como:
- Ei Melíade apareça. Pode vir aqui por favor. Ei eu sou simpático, não vou lhe fazer mal nenhum.
Bom até o momento eu estava sendo racional, até que decidi fazer a coisa mais idiota da minha vida, tá legal não era assim a coisa mais idiota que já havia feito na minha vida, mas não vem ao caso agora. Virei e gritei:
- Eu Filho de Poseidon, ordeno a vocês Melíades que se apresentem diante da minha presença. – Caio e Paola ficaram olhando para mim, bem vermelhos querendo dar muitas risadas, quando de repente, os dois param de dar risadas e seus olhares se tornam de susto, e centenas de Melíades aparecem diante de nós, se curvando perante a mim, eu sorri, e senti uma coisa incrível, era como se um poder indescritível invadisse minhas entranhas e todo meu sistema nervoso, era muito bom.
A Quimera então sorri e pergunta:
- Mais alguma dúvida?
Eu olho para ela e digo:
- Só mais uma, e Caio e Paola são filhos de quem? – a Quimera os observa e diz rapidamente;
- Caio é Filho de Hades e Paola é Filha de Zeus.
Eu olhei assustado tanto para Caio quanto para a Paola, e pensei comigo mesmo “Nossa que achei que seria o inverso, já que Paola é totalmente descontrolada, enquanto Caio é mais quietinho e tem sede de poder e liderança”, mas antes que pudesse concluir meu pensamento a Quimera diz:
- Como vocês dois são filhos de Deuses que quase, não tem presença na Terra, é quase impossível, provar que vocês são realmente filhos deles, mas acreditem em mim, isso é verdade, além do mais seria mais fácil matar uma Hydra cortando a cabeça dela, do que fazer seus pais deixarem vocês demonstrarem seus poderes. Só tenho uma coisa a dizer para vocês dois, tome cuidado, pois o poder de vocês está no controle emocional, qualquer explosão de nervoso do Caio pode abrir o Vale da Morte, e da Paola pode criar uma chuva de trovões, mas vão se acustumar com isso logo logo.
Antes que pudéssemos pergunta algo, ela continua e diz:
- Mas você Victor não fica por fora, qualquer descontrole seu pode causar uma enorme Tsunami ao até mesmo terremoto e maremotos, fora que você pode abrir a Prisão dos Monstros, onde se encontram a Hydra, Cerberus, Cyclope e o Dragão de Gaia.
Mas meio que olhei não entendendo o porque do medo da Quimera, e como não gosto de dúvidas perguntei:
- Mas nossos pais são os Deuses, se nos causarmos alguma coisa, eles poderão reparar isso, certo? – a Quimera me olha e responde:
- Bom certo que seus pais são Deuses, mas o poder de vocês é muito grande, existem coisas que vocês podem fazer, que nem mesmo os Deuses podem reparar esse erro. Como tinha dito antes, vocês são mais fortes do que pensam, aliás, se um dia seus pais morram, vocês entraram no lugar deles. Mas não se preocupe eu vou leva – los a alguém que ensinara a vocês como controlar certamente seus poderes.
Nossa já não bastava nós termos que confiar em uma Quimera, agora ela vai nos levar a alguem que pode nos ensinar a controlar nossos poderes, o quem seria agora um Hipogrifo, ou um Leão de Neméia? Isso foi realmente engraçado de se pensar, mas se tornasse realidade, não seria tão legal assim, aliás os Hipogrifos e os Leões de Neméia, não tinham poderes com seus pais, então nada os impediria de nos comer. Mas antes da minha curiosidade veio a do Caio que perguntou:
- Quem é? – a Quimera sem nenhuma expressão responde.
- Alguém que eu acho que vocês adoram a história dele, que é tão famosa quanto a minha, aquele que matou meu amado irmão. – Paola responde sorrindo e toda alegre
- Hercules!
Não acredito durante todos esse tempo eu sempre lia as história das aventuras de Hercules, e vou conhece – lo pessoalmente seria demais, bom pelo menos era o que eu esperava, tudo podia acontecer ali, já que uma Quimera perderá seus poderes para Tífon, é que eu pudesse controlar os mares, Caio podia trazer os mortos de volta vida, e Paola fazia chover e mandava nas Ninfas.
sábado, 3 de julho de 2010
A Quimera.
Desnorteados, e completamente perdido, nós três estávamos tentando entender
como fomos parar na Floresta Mística, um lugar que devido ao tempo deveria ter
desaparecido. Caio e Paola, se sentam ao chão, tentando pensar em uma maneira
de sair dali, eu fiquei observando e lembrando das histórias gregas, dizendo
que as Ninfas eram defensoras das Florestas, para matar alguém elas se
transformavam em árvores e confundiam a pessoas, para que ela se perdesse e
morresse de fome, desagradável não? Principalmente quando você está dentro
dessa Floresta.
Ao meu raciocínio as Ninfas já sabiam que estávamos ali, parados no meio da floresta sem saber o que fazer, não era difícil fazer contato com uma Ninfa, o problema era tentar fazer com que ela confiasse em você. Mas naquele momento não tínhamos outra opção. Olhei para os lados e comecei a falar, não tão baixo, para que elas pudessem ouvir, e nem tão alto para acordar algo que realmente não quisesse ser acordado, e as palavras saíram:
- Ninfas, eu sei que podem me ouvir, quero a ajuda de vocês, temos que sair daqui fomos trazidos por alguém ou algo que não conhecemos, podem nos ajudar? – Caio olha para mim e diz:
- Está louco, nem sabemos se elas existem, fora que se elas existissem ninfas não são de confiança, mesmo que sejam conhecidas como Deusas das Árvores, são traidoras de primeira linha. – Paola levanta e fala:
- Acha mesmo que estávamos na Floresta Mística, e que elas podem nos ajudar?
- Não tenho certeza de ambas as coisas, mas por ler tanto sobre a Floresta, se estivesse dentro dela eu saberia, e essa floresta é exatamente como a do livro, e outra como o Caio disse, acreditar numa Ninfa é como acreditar na mentira, mas elas podem ser nossa única chance de sair daqui.
Após algum tempo fiquei esperando, ansiosamente uma resposta delas, mas nada se foi ouvido, quando pensei em tentar novamente alguém aparece atrás de nós e fala:
- O que querem de nós mortais?
Assustados viramos para trás, e nos deparamos com uma Ninfa, não havia como evitar dizer que ela era linda, apesar de ser a primeira vez que vi uma Ninfa, ela era alta loira, com um pele reluzente, seus olhos azul safira, impressionavam qualquer um, eu então parei de olhar diretamente, e disse:
- Sei que você ouviu Ninfa, queremos sair daqui. – ela sorriu largamente e respondeu com gargalhadas:
- Estão de brincadeira, não é mesmo? É impossível sair daqui, todo esse lugar é protegido pelo poder de nosso pai... – e Paola completou
- Zeus! – a Ninfa olha atentamente para Paola chegando mais perto, senti seu cheiro e diz:
- Vocês não são meros mortais, tem algo em vocês que incomoda, qual o seu nome menina?- Paola olha para Ninfa e diz:
- Diga o seu primeiro, pois não quero ficar te chamando de Ninfa o tempo todo, além do mais você não é a única Ninfa nessa floresta, não é mesmo? – a Ninfa sorri para ela e responde:
- Bom como queira, aliás, é verdade que não sou a única aqui, todas essas árvores são Ninfas, meu nome é Viviane. – ao dizer seu nome Paola responde:
- O meu é Paola Gregori. – a Ninfa olha assustada para ela, depois virou para nós dois perguntando rapidamente:
- E o de vocês dois? – tentando ser o mais educado possível respondemos:
- O meu é Victor Torrent.
- O meu é Caio Dorin.
A Ninfa com a cara mais vermelha e assustada que já havia visto, curva – se diante de nós e diz:
- Bem vindo Filhos dos Três. – eu olhando estranhamente para ela, e lembrando que no momento em que Paola estava sendo “possuída” ela disse “Vocês três, filhos dos mais poderosos, estão condenados à morte!”, perguntei:
- Porque Filhos dos Três? – Viviane se levanta e diz:
- Sigam – me levarei vocês a pessoa que vai lhes explicar melhor.
Sem contestar Viviane, a seguimos passamos por diversas paisagens lindas, montanhas, riachos, rios e todos cheios de Ninfas, era tudo tão fabuloso que dava vontade de ficar por ali mesmo, porém as Ninfas são mentirosas dizem que te amam, e depois o traem, nesse momento nunca agradeci tanto o meu conhecimento de Mitologia Grega. Logo percebi que a caminhada estava demorando, mas antes mesmo que pudesse perguntar Viviane nos diz:
- Chegamos!
“Mas que estranho”, pensei, estávamos apenas parados em frente uma enorme rocha, que não tinha nenhuma abertura em lugar nenhum, mas Viviane deu dois toques na rocha e então uma forma retangular como a de uma porta se fez, e que incrível aquilo foi totalmente sensacional eu estava vendo um dos monstros mitológicos que eu mais adorava uma Quimera, estranhamente velha, mesmo que se passam muitos anos, as Quimeras não envelhecem, são imortais assim como as Ninfas. Sem contar que Quimeras não eram muito amigáveis, mas aquela era diferente ela nos cumprimentou e sorrindo, eu e Caio trocamos olhares sabendo que aquilo era estranho, mas mesmo não querendo entrar naquela caverna, nossa curiosidade era maior, queríamos saber o porque de nos conhecerem como “Filhos dos Três”.
Ao entrar imaginei que aquela caverna deveria estar cheia de coisas mortas e fedendo a carniça, mas pelo contrario, era um lugar cheiroso bem arrumado sem qualquer coisa que se parece morto ou cheio de sangue, então a Quimera nos pede para sentar, em um sofá, fofinho e cheiroso, eu estava começando a achar que aquela Quimera deveria ser uma “empregada doméstica”, droga esqueça esse pensamento, e fui obrigado a esquecer, pois a Quimera nos perguntou:
- Então vocês três são Paola Gregori, Victor Torrent e Caio Dorin? – olhamos e sinalizamos com a cabeça que sim, não tínhamos reação para dizer algo, qualquer coisa que fossemos poderia ser um pouco pejorativo a ela, mas então ela quebra nosso silêncio:
- Vocês têm medo de mim, certo? Não precisam se preocupar, eu sou uma antiga Quimera, traindo meu pai, perdi todos os meus poderes e agora sou uma mera “dona de casa”, então não se preocupem, podem falar o que quiser.
Nós nos entreolhamos e ficamos um pouco assustados com as palavras da Quimera, principalmente à parte de que ela traiu seu pai, mais conhecido como Tífon o Deus da Seca, filho de Tártaro e Gaia, era conhecido por ter seus filhos com Neméia, assim nascia as Quimeras, mas isso não vem ao caso agora, mas Tífon não era tão poderoso ao ponto de tirar o poder de uma Quimera.
Caio me olhou, e ele sempre curioso pergunta a Quimera, sem medo ou receio:
- Mas porque você traiu Tífon? – a Quimera o olhou e sorriu, mostrando todos os seus afiados dentes e diz:
- Vejo que vocês filhos deles, são muito inteligentes em questão de nossas histórias. Mas essa história é um pouco longa, depois explicarei a vocês, mas agora deixe me apresentar, já que vocês já são conhecidos por mim, meu nome é Rosi a Quimera.
Não muito surpreso com o nome dela, nos assentimos observa – lá, já que Rosi, não é um nome muito assustador, antes mesmo que pudesse concluir meu pensamento ela diz:
- Agora vou contar a vocês a verdadeira história, de seus nascimentos.
Ao meu raciocínio as Ninfas já sabiam que estávamos ali, parados no meio da floresta sem saber o que fazer, não era difícil fazer contato com uma Ninfa, o problema era tentar fazer com que ela confiasse em você. Mas naquele momento não tínhamos outra opção. Olhei para os lados e comecei a falar, não tão baixo, para que elas pudessem ouvir, e nem tão alto para acordar algo que realmente não quisesse ser acordado, e as palavras saíram:
- Ninfas, eu sei que podem me ouvir, quero a ajuda de vocês, temos que sair daqui fomos trazidos por alguém ou algo que não conhecemos, podem nos ajudar? – Caio olha para mim e diz:
- Está louco, nem sabemos se elas existem, fora que se elas existissem ninfas não são de confiança, mesmo que sejam conhecidas como Deusas das Árvores, são traidoras de primeira linha. – Paola levanta e fala:
- Acha mesmo que estávamos na Floresta Mística, e que elas podem nos ajudar?
- Não tenho certeza de ambas as coisas, mas por ler tanto sobre a Floresta, se estivesse dentro dela eu saberia, e essa floresta é exatamente como a do livro, e outra como o Caio disse, acreditar numa Ninfa é como acreditar na mentira, mas elas podem ser nossa única chance de sair daqui.
Após algum tempo fiquei esperando, ansiosamente uma resposta delas, mas nada se foi ouvido, quando pensei em tentar novamente alguém aparece atrás de nós e fala:
- O que querem de nós mortais?
Assustados viramos para trás, e nos deparamos com uma Ninfa, não havia como evitar dizer que ela era linda, apesar de ser a primeira vez que vi uma Ninfa, ela era alta loira, com um pele reluzente, seus olhos azul safira, impressionavam qualquer um, eu então parei de olhar diretamente, e disse:
- Sei que você ouviu Ninfa, queremos sair daqui. – ela sorriu largamente e respondeu com gargalhadas:
- Estão de brincadeira, não é mesmo? É impossível sair daqui, todo esse lugar é protegido pelo poder de nosso pai... – e Paola completou
- Zeus! – a Ninfa olha atentamente para Paola chegando mais perto, senti seu cheiro e diz:
- Vocês não são meros mortais, tem algo em vocês que incomoda, qual o seu nome menina?- Paola olha para Ninfa e diz:
- Diga o seu primeiro, pois não quero ficar te chamando de Ninfa o tempo todo, além do mais você não é a única Ninfa nessa floresta, não é mesmo? – a Ninfa sorri para ela e responde:
- Bom como queira, aliás, é verdade que não sou a única aqui, todas essas árvores são Ninfas, meu nome é Viviane. – ao dizer seu nome Paola responde:
- O meu é Paola Gregori. – a Ninfa olha assustada para ela, depois virou para nós dois perguntando rapidamente:
- E o de vocês dois? – tentando ser o mais educado possível respondemos:
- O meu é Victor Torrent.
- O meu é Caio Dorin.
A Ninfa com a cara mais vermelha e assustada que já havia visto, curva – se diante de nós e diz:
- Bem vindo Filhos dos Três. – eu olhando estranhamente para ela, e lembrando que no momento em que Paola estava sendo “possuída” ela disse “Vocês três, filhos dos mais poderosos, estão condenados à morte!”, perguntei:
- Porque Filhos dos Três? – Viviane se levanta e diz:
- Sigam – me levarei vocês a pessoa que vai lhes explicar melhor.
Sem contestar Viviane, a seguimos passamos por diversas paisagens lindas, montanhas, riachos, rios e todos cheios de Ninfas, era tudo tão fabuloso que dava vontade de ficar por ali mesmo, porém as Ninfas são mentirosas dizem que te amam, e depois o traem, nesse momento nunca agradeci tanto o meu conhecimento de Mitologia Grega. Logo percebi que a caminhada estava demorando, mas antes mesmo que pudesse perguntar Viviane nos diz:
- Chegamos!
“Mas que estranho”, pensei, estávamos apenas parados em frente uma enorme rocha, que não tinha nenhuma abertura em lugar nenhum, mas Viviane deu dois toques na rocha e então uma forma retangular como a de uma porta se fez, e que incrível aquilo foi totalmente sensacional eu estava vendo um dos monstros mitológicos que eu mais adorava uma Quimera, estranhamente velha, mesmo que se passam muitos anos, as Quimeras não envelhecem, são imortais assim como as Ninfas. Sem contar que Quimeras não eram muito amigáveis, mas aquela era diferente ela nos cumprimentou e sorrindo, eu e Caio trocamos olhares sabendo que aquilo era estranho, mas mesmo não querendo entrar naquela caverna, nossa curiosidade era maior, queríamos saber o porque de nos conhecerem como “Filhos dos Três”.
Ao entrar imaginei que aquela caverna deveria estar cheia de coisas mortas e fedendo a carniça, mas pelo contrario, era um lugar cheiroso bem arrumado sem qualquer coisa que se parece morto ou cheio de sangue, então a Quimera nos pede para sentar, em um sofá, fofinho e cheiroso, eu estava começando a achar que aquela Quimera deveria ser uma “empregada doméstica”, droga esqueça esse pensamento, e fui obrigado a esquecer, pois a Quimera nos perguntou:
- Então vocês três são Paola Gregori, Victor Torrent e Caio Dorin? – olhamos e sinalizamos com a cabeça que sim, não tínhamos reação para dizer algo, qualquer coisa que fossemos poderia ser um pouco pejorativo a ela, mas então ela quebra nosso silêncio:
- Vocês têm medo de mim, certo? Não precisam se preocupar, eu sou uma antiga Quimera, traindo meu pai, perdi todos os meus poderes e agora sou uma mera “dona de casa”, então não se preocupem, podem falar o que quiser.
Nós nos entreolhamos e ficamos um pouco assustados com as palavras da Quimera, principalmente à parte de que ela traiu seu pai, mais conhecido como Tífon o Deus da Seca, filho de Tártaro e Gaia, era conhecido por ter seus filhos com Neméia, assim nascia as Quimeras, mas isso não vem ao caso agora, mas Tífon não era tão poderoso ao ponto de tirar o poder de uma Quimera.
Caio me olhou, e ele sempre curioso pergunta a Quimera, sem medo ou receio:
- Mas porque você traiu Tífon? – a Quimera o olhou e sorriu, mostrando todos os seus afiados dentes e diz:
- Vejo que vocês filhos deles, são muito inteligentes em questão de nossas histórias. Mas essa história é um pouco longa, depois explicarei a vocês, mas agora deixe me apresentar, já que vocês já são conhecidos por mim, meu nome é Rosi a Quimera.
Não muito surpreso com o nome dela, nos assentimos observa – lá, já que Rosi, não é um nome muito assustador, antes mesmo que pudesse concluir meu pensamento ela diz:
- Agora vou contar a vocês a verdadeira história, de seus nascimentos.
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